
O texto é importante porque busca compreender as mudanças que estão em andamento no sistema midiático-comunicacional, as mesmas que complexificam lógicas operacionais e discursivas instituídas desde há muito em dispositivos como a televisão, o rádio e os impressos, mas também os livros e o cinema, para ficarmos em apenas alguns exemplos.
E instigante: sugere que o cenário atual, de profunda imersão tecnológica, não apenas mantém os meios dito "masivos" como faz com que novos formatos surgem nesse cenário.
É nessa direção, por sinal, que caminham os livros Metamorfoses jornalísticas: formas, processos e sistemas (Edunisc, 2007) e Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), de cuja organização participei.
No caso do El fin de los medios masivos, o título é, antes, uma ironia, quase uma provocação, que uma afirmação, mas isso, penso, não é o mais importante.
Importa observar que a obra organizada por Mario Carlón e Carlos Scolari vem a se somar com os esforços que pesquisadores como nós estão realizando para compreender as metamorfoses que estão em andamento, sejamos jornalistas ou não.
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