14 de jan de 2008

Unipampa está instituída

Reproduzo release eletrônico encaminhado pela assessoria de imprensa da Unipampa:
"A Lei que institui a Universidade Federal do Pampa – Unipampa, foi sancionado no dia 11 de janeiro deste ano pelo presidente da República Luis Inácio Lula da Silva. A partir desta data a Unipampa passa a ser autônoma e independente no desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Até então, os 10 campi da Unipampa, localizados em Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Itaqui, Jaguarão, Santana do Livramento, São Borja, São Gabriel e Uruguaiana, eram administrados pelas Universidades Federais de Santa Maria – UFSM – e de Pelotas – UFPel. O próximo passo para a consolidação da nova universidade será a designação de um reitor, através de portaria assinada pelo ministro da educação.
A nova universidade federal já nasce multicampi: nas dez cidades em que atua, localizadas na mesorregião metade sul do estado, estudam aproximadamente 2400 alunos, distribuídos em 30 cursos de graduação, trabalham 170 docentes e 135 servidores técnico-administrativos. Este ano o número de acadêmicos aumentará, pois a UFSM e a UFPel já realizaram os processos de vestibular para o ingresso dos calouros de 2008.
Conforme a professora Maria Beatriz Luce, presidente da comissão de implantação da Unipampa, designada pela portaria do MEC/SESU 225 de 16/3/2007, "as perspectivas são animadoras, pois teremos nos próximos meses concursos públicos para docentes e técnico-administrativos. Além disso, ainda neste ano, serão encaminharemos projetos para credenciamento de cursos de mestrado".

4 de jan de 2008

Tipo Assim está quaaaase pronto

Está quaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaase pronta a primeira edição do Tipo Assim, o jornal produzido no semestre que se encerrou há pouco pela turma de Linguagens dos Meios Gráficos II da Univates, by Lajeado. A edição ficou muito legal, com matérias pra lá de interessantes. Os merecidos créditos: diagramação, Lucas Leandro Brune; revisão, Deise Scartezini (que também escreveu artigo e crônica); logotipo, Caroline Trapp e Suzana Ferrari; charge, Joana Heck; matérias, Carlos Eduardo Spohr, Carlos Eduardo Schneider, Camila Dal Pian, Carine Schwingel. As fotos foram feitas pela moçada mesmo. Quem quiser um exemplar, pode entrar em contato com a coordenação do Curso de Jornalismo da Univates. Abraço a todos.

3 de jan de 2008

Taxa de jornalistas assassinados cresce 244%

Segundo o site Comunique-se, a taxa de mortes de jornalistas cresceu 244% em cinco anos. A matérias: "A Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou na quarta-feira (02/01) o balanço da liberdade de imprensa no ano que terminou. A entidade registra a morte de 86 profissionais de mídia em 2007, a maior cifra desde 1994. O número torna-se mais gritante em uma análise dos últimos cinco anos: um crescimento de 244% de assassinatos de jornalistas no período.
Mais da metade (47) foi morta no Iraque. À exceção de um repórter russo, todos as vítimas são iraquianas. “Pelo menos 207 jornalistas foram mortos no Iraque desde 2003, ano da invasão norte-americana. São mais mortos que a Guerra do Vietnã e os conflitos na ex-Iugoslávia, Algéria e Ruanda”, informa a RSF. Muitos são alvos deliberados de atiradores de elite, e mortos por pertencerem a grupos religiosos rivais. Somália e Paquistão são os outros dois piores países para um jornalista trabalhar, com oito e seis mortos, respectivamente. Três dos mortos somalis eram figuras relevantes da mídia local. No Paquistão, os jornalistas são vítimas de ataques suicidas ou atingidos no fogo cruzado. O Brasil aparece na lista com uma morte, a de
Luiz Carlos Barbon Filho"
Prisões e julgamentosDos crimes contra jornalistas, cerca de 90% seguem sem punição. A RSF deu especial atenção ao fato de as autoridades de Burkina Faso abandonarem as investigações da morte de Norber Zogo tão logo ficou clara a suspeita do envolvimento da guarda presidencial, e a apatia da Gâmbia no inquérito sobre a morte do correspondente da entidade no país, em 2004, também com supostas ligações ao governo.
Dois julgamentos em 2008 são considerados “chave”: os suspeitos dos assassinatos de Anna Potitkovskaya, na Rússia, e de Hrant Dink, na Turquia.
No outro sentido, as autoridades são mais eficientes: 887 jornalistas foram presos em 2007 – uma média de dois por dia – a maioria no Paquistão (195), Cuba (55) e Irã (54). Seqüestro também se tornou um poderoso instrumento de coerção, com 67 profissionais de mídia seqüestrados. Na virada do ano, 14 jornalistas continuavam seqüestrados, todos eles no Iraque, e 135 estavam na cadeia, 33 deles na China e 24 em Cuba.
Repressão virtualChina, Burma e Síria são os países que mais se esforçam para transformar a web em uma intranet de informações controladas. Os chineses fecharam 2500 sites e blogs somente durante o congresso do Partido Comunista Chinês, e mantêm 50 pessoas presas. A Síria bloqueou acesso a cerca de 100 páginas, incluindo o Facebook e o Skype. Já Burma rastreou e-mails durante as revoltas dos monges budistas.
A RSF computou um número maior que o CPJ - 64 mortes, divulgados semana passada - por incluir mais países. A ONG ressalta que só contabilizou mortes ligadas ao exercício do jornalismo e, com as investigações correntes, o número pode crescer".