28 de fev de 2011

Prática acadêmica e prática profissional

O artigo abaixo foi veiculado à página 6 da edição de hoje, 28/2, editoria de Opinião, do jornal Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul.

"É comum ouvirmos, mesmo entre os que já frequentaram os bancos escolares em nível de graduação, que, para se aprender uma profissão, é preciso praticá-la, e que prática não se aprende em sala de aula, mas no exercício da profissão. À sala de aula caberia, nessa perspectiva, a “transmissão” de conteúdos teóricos aos alunos. E tão somente.

Trata-se de uma afirmação perigosa essa, à medida que a) revela desconhecimento do que significa a formação superior e b) instaura um abismo perigoso entre o pensar e o fazer decorrente do conhecimento que se constrói nas universidades.

Observemos o caso do ensino de Comunicação, à revelia da habilitação de que estejamos falando.

Para se tornar um jornalista, publicitário, relações públicas, produtor em mídia audiovisual ou técnico superior em fotografia, para ficarmos nas oferecidas pela Unisc, é preciso, claro, tanto um aporte teórico substancial sobre especificidades da profissão quanto de questões humanas mais largas. Mas também muita prática, sem a qual o conhecimento não se estabelece. Afinal, para constituir a práxis, é preciso teoria dando sentido à prática, e vice-versa.

Assim, o aluno de jornalismo, por exemplo, terá de aprender sobre teoria e história do jornalismo, seus preceitos éticos, morais, mas também terá de desenvolver a capacidade, ao longo do curso, de realizar edições de jornal e revista impressos, programas de rádio e televisão, blogs, webjornais, fotografia, planos e produtos de assessoria de imprensa e tantos outros mais.

O mesmo pode ser dito em relação à publicidade, relações públicas, produção em mídia audiovisual e tecnólogo superior em fotografia, observando-se as especificidades de cada uma. Sem falar, claro, dos projetos de extensão, pesquisa, experimentais, estágios e outros que são oferecidos a cada semestre e que exigem a aplicação dos conhecimentos construídos em aula por alunos e professores.

Por que isso? Porque, em uma apropriação livre do pensamento de Adelmo Genro Filho, estamos falando de profissões (ele se referia especificamente ao jornalismo) que se estabelecem, de forma dialética, a partir do que emerge da conjunção entre prática e teoria. E que fazem emergir, dessa aproximação, um terceiro nível de conhecimento, a profissão em si, que não abre mão, de maneira alguma, do que é teoria e do que é prática.

E é por isso que o mercado de trabalho em Comunicação, gaúcho e brasileiro, tem um particular apreço pelos alunos da Unisc, à revelia da habilitação, o que pode ser comprovado pelo fato de nossos egressos (e mesmo os que estão em via de se formar) usualmente não encontrarem maiores dificuldades quando na hora de serem contratados por organizações e instituições, privadas ou públicas.

Significa que a prática realizada pelos alunos é a que encontramos no mercado? Também, mas não apenas. Ou seja, preparamos nossos estudantes para exercer seus futuros ofícios a partir das técnicas existentes. Mas também a irem mais adiante, a inovar, permitindo-lhes, dessa forma, contribuir, desde a sala de aula, para o aprimoramento do fazer comunicacional.

A isso chamamos prática acadêmica".

27 de fev de 2011

Foram boas as férias de verão

Bueno, com o domingo, foram-se (na verdade, estão indo) as férias de verão.

Mas foram boas, pelos motivos que enumero abaixo.

1. Pude conviver mais (e melhor) com meus filhos, Pedro e Verônica, e com Fabi, mais que mulher, amiga e parceira de tantos momentos e causas. É bem verdade que a praia desse ano foi sem a Verônica, mas, como ela esteve janeiro inteiro em Noronha e no Espírito Santo, então acho que não foi de todo ruim para ela o tempo que ficou com a gente mas longe do mar.

Pedro e eu na Guarita, em Torres
2. Li menos que pretendia, mas foquei mais que de hábito para esse época do ano. Do "Frederico" Nietzsche foram lidos "Apresentando Nietzsche" (Dumará, 2006), com texto de Laurence Gane e ilustração de Piero; "A genealogia da moral", "Além do Bem e do Mal", "Crepúsculo dos ìdolos" e, finalmente, "Ecce Homo", todos pela coleção Grandes Obras do Pensamento Universal, da Editora Escala, cuja edição, no mais das vezes, é muito mal acabada (revisão, falta de tradução do latim para o vernáculo aqui e ali, principalmente), mas serviu para resgatar uma lacuna que havia ficado para trás em termos de formação filosófica. No mais, a tradução da "Odisséia", de Homero, por Donaldo Schüller em uma edição primorosa de bolso da L&PM, e da "Ilíada", igualmente de Homero, essa por Haroldo de Campos. A primeira, de Schüller, pareceu-me mais fluente em termos de tradução, compara com as que já li, embora ambas sejam dignas de nota tanto em termos de tradução como de edição (são caixas bem bonitas).De jornalismo, li "Jornalismo e acontecimento: mapeamentos críticos", organizado por Marcia Benetti e Virginia da Silveira Fonseca (Insular, 2010), e, na semana que se encerrou, "Infografia e Jornalismo: conceitos, análise e perspectivas", de Tattiana Teixeira (EDUFBA, 2010), que pretendo comentar na semana que entra aqui no blog.

3. Pratiquei tanto esporte quanto pretendi. Talvez menos, mas bastante. A Caloi 500, que ganhei da Fabi de Natal, mostrou-se uma excelente bicicleta (tem-se mostrado, na verdade); o tênis, que pratico aos menos duas vezes por semana, está evoluindo - gosto dele cada vez mais -, e as caminhadas têm sido muito prazerosas. Apenas não estou correndo mais, pois uma inflamação no joelho esquerdo lembrou-me, gentilmente, que o corpo agora está com 43 anos e é preciso mais cuidado e menos ímpeto. Fui salvo, acreditem, pelos fitoterápicos: unha-de-gato. (o "acreditem" fica pelo fato de eu ser muito obtuso quando o assunto é medicamento, dando preferência para a medicina convencional que as formas alternativas, ainda que as reconheça).

Pedro, claro, curtiu a idéia de o pai ter uma bicicleta. E usá-la
4. Pode parecer loucura o que vou dizer, mas dormi pouco, ou seja, não me refestelei dormindo. Descansei bastante, mas procurei manter o mesmo ritmo. Por quê? O corpo não pediu mais. Então, não dei.

5. A reeducação alimentar se manteve firme. Estou, no momento em que escrevo, entre 84 e 85 quilos, talvez menos. Em breve, quando chegar aos 80, entro em uma nova fase, a musculação, que vai garantir mais saúde e menos gordura nos anos que estão por vir e que, espero, sejam muitos.

6. O convívio com amigos não foi intenso, mas foi qualitativamente forte, portanto bom.

7. Trabalhei "apenas" na organização e divulgação dos 1º Encontro Gaúcho de Ensino de Jornalismo (1º EGEJ) e 1º fórum Sul-brasileiro de Professores de Jornalismo (1º FSPJ), que realizaremos na Unisc dias 8 e 9 de abril, e que será muito bacana. Ia esquecendo: organizei alguns projetos para 2011 e dois artigos, um deles capítulo de livro. Não mais que isso.

8. Comi muito peixe, saladas e frutas; freqüentei feiras de agricultores e pesquei pouco.

9. Vi alunos queridos se titularem, e os que já estão no mercado ocuparem seu espaço, e fiquei feliz por isso. Também recebi dois convites que me encheram de orgulho, e que de certa forma respaldam tudo o que se tem feito até aqui. Mais adianto falo especificamente sobre isso.

10. Sobretudo, vivi, que é o que importa ao final.

Que venha 2011, então. E que seja bom para você, para mim e para os que nos são caros.

Por que as escolas ensinam religião?

Matéria de abertura do Caderno Cotidiano da FSP de hoje afirma, com base em pesquisa realizada pelo Inep desde 2009: "Metade das escolas tem ensino religioso".

E a linha de apoio completa: "São 98 mil colégios, públicos ou privados, oferecendo a disciplina, segundo censo da educação básica do MEC".

Isso em termo de Brasil.

Ao que pergunto: por quê?

Mais importante seria se essas mesmas escolas oferecessem, na mesma proporção, por exemplo, filosofia, ou, quem sabe, sociologia, para ficarmos em duas das ditas humanas.

Não que a perspectiva judaico-cristã, e as culpas, preconceitos e medos decorrentes dela, não devam ser estudadas: devem, claro.

Mas como componentes de um contexto mais amplo, em uma abordagem sócio-evolutiva, por exemplo, onde se igualam, em termos de importância, a toda e qualquer forma de credo, do espiritismo ao daime.

Caso contrário viram doença social; fragilizam o homem no que ele tem de melhor.

E doenças, sabemos, são ruins sob muitos aspectos.

26 de fev de 2011

Sobre os ciclistas atropelados em POA

O vídeo abaixo, do YouTube, é sobre o atropelamento coletivo de ciclistas (mais de 20) ocorrido no início da noite ontem, 25, em Porto Alegre, durante a manifestação do movimento Massa Crítica - Pedalando por um mundo mais respirável.

Às 19h12, onde a Avenida José do Patrocínio encontra a Rua Luis Afonso, bairro Cidade Baixa, o motorista de um gol preto passou por cima dos manifestantes, literalmente.

Acabo de saber, pelo Jornal Nacional, que o automóvel foi abandonado em algum local. E que o motorista sumiu.

Não sei o que houve: se o atropelador estava embriagado; o que é bem provável; se tem problemas mentais sérios, o que é igualmente provável; se...

O fato é que não poderia estar dirigindo. Muito menos ter feito o que fez.

21 de fev de 2011

Lembrança de formatura

Com Fabi, na formatura da amiga, colega e ex-aluna Luana Rodrigues (centro), sábado, em Sta Cruz do Sul.

19 de fev de 2011

FSP disponibiliza acervo na web

A Folha de S.Paulo está disponibilizando gratuitamente, ao menos por hora, todas as suas edições desde 1921.

Por quê? Aniversário de 90 anos.

Algo em torno de 1,8 milhão de páginas, incluindo as edições da "Folha da Noite", da "Folha da Manhã" e da "Folha de S.Paulo".

Acesse por aqui, ou diretamente na imagem.

17 de fev de 2011

Mídia, humor e política

Carlos Sanchotene avisa que acaba de lançar seu primeiro livro, "Mídia, humor e política: a charge da televisão", pela Editora Epapers.


De acordo com a sinopse (assim que tiver lido dou meu pitaco), trata-se da aticulação de três formas discursivas – política, televisão e humor – mediante metodologia analítica que pretende examinar como o gênero do telejornal e o humor que com ele se articula fala, hoje, da política.

A ficha:
124 páginas
Formato 14x21 cm
Valor: R$ 24,00 (promoção)
ISBN 978-85-7650-275-3
1° edição, 2011.

Pode ser comprado em e-book também, a R$ 12,00.

Adquira por aqui.

15 de fev de 2011

Trabalhos aos 1º EGEJ e 1º FSPJ até 5/3

O prazo para submissão de trabalhos aos 1º Encontro Gaúcho de Ensino de Jornalismo (1º EGEJ) e 1º Fórum Sul-brasileiro de Professores de Jornalismo (1º FSPJ) se encerra dia 5 de março.


Para participar, basta enviar, até essa data, resumo de 15 a 20 linhas do trabalho que pretende apresentar diretamente aos coordenadores dos Grupos de Trabalhos (GTs).

Os 1º EGEJ e 1º FSPJ se realizam na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) dias 8 e 9 de abril, respectivamente sexta-feira e sábado.

São em número de seis os GTs dos 1º EGEJ e 1º FSPJ: Atividades de Extensão; Ensino de Ética e Teorias do Jornalismo; Pesquisa na Graduação; Produção Laboratorial: Impressos; Produção Laboratorial: Eletrônicos; e, finalmente, Projetos Pedagógicos e Metodologias de Pesquisa.

A participação, neles, pode ser por meio de comunicação científica, relato de experiência e pôster, esta última aberta e estudantes de graduação, desde que assinados conjuntamente com um professor-orientador.

Em os resumos sendo aprovados, os textos completos devem ser encaminhados aos coordenadores dos GTs até o dia 28 de março.

Os 1º EGEJ e 1º FSPJ reunirão professores de jornalismo do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e terão como tema “A formação jornalística como elemento constituinte e legitimador do campo do jornalismo”.

Os eventos integram a programação de encontros regionais previstas para 2011 pelo Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) e antecedem o encontro nacional de Uberlândia, Minas Gerais, em 2012.

Inscrições e demais informações podem ser obtidas pelo http://hipermidia.unisc.br/egej.

14 de fev de 2011

Site do FNPJ está repaginado

Site do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) está repaginado.

Os (merecidos) créditos vão para Marcelo Miranda, Gestor de Conteúdos do Portal FNPJ, e Gerson Martins, Diretor de Relações Institucionais do FNPJ.

Confere por aqui, ou entra direto pela imagem

4 de fev de 2011

Sobre a redação de cartas

O texto abaixo, da jornalista Catherine Field, de Paris, foi veiculado no UOL a partir do Herald Tribune.

Chama-se "Redação de cartas é uma arte que está desaparecendo".

Diz respeito à escrita de cartas.

Quem, como eu, escreveu, ou recebeu, cartas em algum momento de sua vida, talvez ache o relato interessante; talvez reavive a memória.

Eu achei.

O texto:

"O envelope chega com o endereço laboriosamente manuscrito e com o selo trazendo a figura da rainha perfeitamente colocado no canto superior direito.

O carteiro para a sua bicicleta para colocar a carta na caixa de correspondência e o cachorro emite dois latidos. É hora de fazer chá e ler.

A carta foi enviada por Joyce, a minha sogra de 75 anos de idade, que mora na Inglaterra. Ela é sempre escrita dos dois lados de uma única folha, em papel de boa qualidade, sem linhas e margens, e nenhuma textura especial ou perfume de lavanda. A redação é feita em um papel branco simples.

Ela escreve em letras manuscritas, em estilo claro, mas relaxado, que não procura impressionar o leitor. As suas palavras encaixam-se confortavelmente nos dois lados da página; os pensamentos dela fluem perfeitamente de um parágrafo ao outro. Não há finais dissonantes de parágrafo, postscriptum, ou siglas como OMG ou LOL. Nada de ícones smiley. Apenas palavras.

A mulher que escreve estas cartas ficou viúva recentemente. O marido dela foi durante décadas o colunista de pesca mais popular do Reino Unido, tendo escrito as suas colunas sem falha até cinco dias antes da sua morte, aos 88 anos de idade. A minha sogra cuidou dele em casa durante os seus últimos três anos de vida, até que ele morresse, ao lado dela, durante o sono.

A carta dela frequentemente demora quatro ou cinco dias para chegar a mim, mas a sensação rompe instantaneamente as barreiras de tempo e espaço. Sentada com a carta nas mãos, eu imediatamente visualizo a remetente: lá está ela, sentada à mesa na sala de jantar, com uma xícara de chá à sua direita, o rádio desligado ou com o volume baixo, os pensamentos fluindo pelos seus dedos para a página.

As cartas dela nos informam sobre as condições meteorológicas, a gentileza dos vizinhos, os empecilhos burocráticos vinculados à morte, as cartas de condolências que ela recebeu – em suma, sobre todos os detalhes relativos a recomeçar a vida sem o homem que ela amou durante 50 anos.

Quando acaba de redigir, ela veste o casaco, coloca a boina na cabeça e caminha até a caixa dos correios, bem a tempo para a coleta das 16h30.

Para ela, escrever uma carta em um momento de pesar é algo que faz parte da vida, é um sinal de civilidade e compromisso que mantém a sociedade coesa. Para a geração dela, dever e cortesia são coisas tão normais como respirar.

Eu me descubro formulando as perguntas: será que esta geração que desaparece será também a última a escrever cartas? Mensagens escritas à mão em vez de em fragmentos de código binário? Uma escrita que contém emoções em vez de emoticons?

A redação de carta é uma das artes mais antigas. Pensem em cartas e imediatamente vêm à mente as figuras de Paulo de Tarso, Abraham Lincoln, Jane Austen, Mark Twain; cartas de amor escritas durante a Guerra Civil Norte-americana, ou cartas escritas para um pai ou mãe por um soldado amedrontado na frente de batalha.

Uma boa carta manuscrita é um ato criativo, e não apenas porque trata-se de um prazer visual e tátil. Isso é um ato deliberado de exposição, uma forma de vulnerabilidade, porque a redação manuscrita abre uma janela para a alma de uma forma que a comunicação por computador jamais será capaz de fazer. A gente saboreia a chegada dela e mais tarde toma o cuidado de guardá-la em segurança em uma caixa.

Sim, o e-mail é uma invenção maravilhosa. Ele conecta pessoas de todo o mundo, destruindo em um instante as barreiras geográficas enfrentadas pela correspondência comum. Mas, o e-mail é por natureza efêmero e carece daquela centelha de personalidade que só a redação manuscrita é capaz de proporcionar. Quando recebemos um e-mail, nunca somos capazes de saber se fomos os únicos destinatários – e sequer se a mensagem é original.

Sempre gostamos de examinar as cartas de grandes figuras como Winston Churchill e Abigail Adams devido à inspiração que elas nos proporcionam: a escrita, as rasuras, a própria sensação de história transmitida pelo papel.

Sentada aqui, saboreando a chegada iminente da próxima carta da minha sogra, eu me pergunto qual será o legado da era de redação digital de cartas".

3 de fev de 2011

Colóquio inscreve até 14/2

O prazo para submissão de artigos para o Colóquio Internacional Mudanças Estruturais no Jornalismo (Mejor) acaba em 14 de fevereiro. Os trabalhos devem ser enviados por meio do Colóquio: www.mejor.com.br. O evento acontece nos dias 25 a 28 de abril, na Universidade de Brasília (UnB).

Os artigos enviados deverão ser inéditos, de autoria individual ou coletiva. Pelo menos um dos autores deve possuir o título de doutor. Serão aceitos trabalhos em português, inglês, francês e espanhol. É obrigatório o envio de versão em português do resumo dos trabalhos.

O resultado da seleção será divulgado no final de fevereiro. Os artigos serão avaliados pelo processo de avaliação cega por pares, considerando a originalidade, a relevância para a área, a adequação ao tema proposto, o domínio e pertinência da bibliografia, a adequação teórica e metodológica, a clareza, a coesão e o cumprimento das exigências formais da linguagem científica. Serão escolhidos até 30 trabalhos.

Os autores cujos trabalhos forem selecionados poderão solicitar à Comissão Organizadora do evento auxílio para as despesas de hospedagem, alimentação e transporte. Para isso, devem enviar declaração da instituição e agência de fomento comprovando a indisponibilidade de fundos para a participação. A Comissão decidirá pelo financiamento total ou parcial das despesas solicitadas, conforme disponibilidade de recursos.

2 de fev de 2011

Cenas de um janeiro feliz

Primeiro passeio com Pedro na bici nova
Curtindo o marzão de Torres
Pedro mandando ver no milho (comeu váááários!)
Na piscina do hotel
Fabi mateando na Guarita
Verônica em Porto das Galinhas
Verônica mergulhando nas águas de Noronha