12/03/2012

Eu vou. E você?

10/03/2012

Cultura digital en America Latina

Compartilho, por necessário, o livro Cultura Digital en America Latina: Investigación Interuniversitaria Educación e Evangelización, editado pelo Centro de Educación Comunicativa Audiovisual (Cedal), de Bogotá, Colômbia.

Em particular o capítulo IX, à página 205 - Qué cultura se configura com los dispositivos digitales? Inferencias a partir de casos investigados desde el enfoque de la mediatización a partir de la web 2.0.

A autoria do capítulo é de Jairo Ferreira, do PPGC da Unisinos, e dialoga com a pesquisa que realizamos desde a tese de doutorado.

08/03/2012

Comunicação discute redes sociais

13/02/2012

Filie-se ao FNPJ

Moçada, o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) está com sua campanha de filiação aberta.

Ajude a divulgar esta idéia: baixe o logo (em .jpg e cdr) e insira-o em seu site.

Por aqui: http://www.fnpj.org.br/downloads

02/02/2012

Agende-se para o 14º ENPJ

19/01/2012

Observatório Mídia&Política

Colega Fábio Pereira informa, por e-mail, que está no ar a primeira edição do observatório Mídia&Política, que trata das novas relações entre jornalistas e o público.

O site: http://www.midiaepolitica.unb.br/


Informa também que receberão artigos que tratem do tema "narrativas em redes sociais" até o dia 20/02.

Os textos devem ser encaminhados ao e-mail midiaepol@gmail.com.

Normas de redação por aqui.

O sumário:

Observatório Mídia&Política

Dossiê: as novas relações entre jornalistas e públicos

A participação da audiência e a crise do jornalismo
Fábio Henrique Pereira
As pessoas nunca deixaram de partilhar pontos de vista sobre o mundo. Jornalistas e acadêmicos só não davam atenção suficiente a isso. Com a internet, as manifestações do público tornaram visíveis demais para serem ignoradas.

Jornalismo líquido e o futuro da notícia
Anelise Rublescki
O jornalismo líquido sinaliza que as redações profissionais, que detêm a obrigação do fornecimento de notícias de interesse social e com periodicidade regular, seguirão existindo e atuando na construção da atualidade, gradualmente adaptadas à nova configuração midiática

Cultura da convergência no processo jornalístico:
Gilberto Balbela Consoni
O jornalismo precisa rever o seu processo para atender à convergência das mídias e inserir-se nesse conceito de “produsage” evidenciado em sites de redes sociais como o Facebook e Twitter que, mesmo que seus “produsers” não sigam as etapas do processo jornalístico, tornam-se os sistemas onde os consumidores buscam se informa

O leitor e a notícia no VC no G1
Felipe Müller
A maior participação dos leitores, que deixaram de ser passivos e tornaram-se mais exigentes e críticos, é inevitável. Cabe aos jornalistas aprenderem a lidar com esse novo personagem e entendê-lo melhor. Para isso, é preciso diálogo e transparência.

O público do ciberespaço
Davi de Castro
Com acesso a formas criativas de produção e distribuição de conteúdo, os usuários perceberam que são narradores de fatos em potencial. Isso pode ser benéfico para o jornalismo, que há muito é acusado de não conhecer seu público e nem o querer.

Análise de coberturas

A ocupação da reitoria pelos estudantes da USP: o outro lado
Anna Caroline de Moraes Pinheiro
Thiago Zacarias Amâncio
Valorizar os pontos de vista de diferentes personagens envolvidos foi o viés adorado pela Carta Capital em uma cobertura preocupada em construir a realidade de maneira mais honesta

Da escândalo à renúncia
Rafael Pereira Fernandes
A queda do ex-primeiro-ministro da Itália, Silvio Berluscon, analisada em cinco atos

Revista Signo está on-line

Já está on-line o vol. 36, nº 61, da revista Signo (ISSN 1982-2014), 2011.

A temática é "Linguagem, tecnologias e mídia".

A edição foi organizada pelos professores doutores Fabiana Piccinin, Demétrio de Azeredo Soster e Mônica Elisa Dias Pons

A Signo e está disponível em http://online.unisc.br/seer/index.php/signo/issue/current

27/12/2011

14º FNPJ - convite oficial

Clique na imagem para visualizá-la melhor.

19/12/2011

O mais longo dos dias

Quem assiste O resgate do soldado Ryan, de Steven Spielberg, mesmo conhecendo muito pouco sobre o Dia D, quando centenas de milhares de soldados dos países que haviam se aliando na guerra contra as forças do eixo (Alemanha, Japão e Itália) invadiram a Normandia naquela que viria ser a batalha decisiva para o início do fim do nazismo na Europa, não deixa de se impressionar com a quantidade de gente que morre nas cenas iniciais.

Lembra? Uma câmara nervosa mostrava os soldados sendo literalmente destroçados por saraivadas de tiros e bombas as mais diversas ao desembarcar dos navios em praias francesas, deixando quem assistiu/assiste ao filme literalmente com os nervos em frangalhos (meu caso), haja vista o horror daqueles cenas.

O que boa parte dessas pessoas não sabe é que, horas antes de o tal desembarque ocorrer, a 6 de junho de 1944, 5 mil navios britânicos, carregando cerca de 200 mil soldados canadenses e norte-americanos, tiveram de voltar às suas bases para retomar o ataque mais tarde porque o tempo estava muito ruim.

E que, nessa ida-volta, boa parte deles vomitaram até o que não tinham em seus estômago, ficando literalmente mareados, sem condições sequer para vomitar novamente.

Muitos deles não tiveram sequer a chance de morrerem pelas balas dos nazistas: afogaram-se, ou foram atropelados/esmagados por acidentes ocorridos durante o desembarque.

Os que foram por ar logo após a meia-noite daquele dia não tiveram sorte melhor: fração considerável dos 24 mil paraquedistas jogados de aviões terra a dentro para combater pelo flanco o inimigo que guardava as praias normandas foram literalmente extraviados França a fora: foram parar sobre igrejas, dentro de casas, em cima de árvores, sobre os inimigos; muitas vezes abatidos como patos pelos nazistas.

Sem falar, claro, do que há de humano em uma guerra, quando soldados viram gente, recebem nomes e têm suas histórias pessoais reveladas.


Pois tudo isso, e muito mais, está nas pouco menos de 400 páginas que Cornelius Ryan escreveu em seu clássico O mais longo dos dias: o grande épico da II Grande Guerra (L&PM, 2008), e que acabo de devorar.

Se, de um lado, o relato é rico em termos de contar o que houve, e de fazer emergir o humano da guerra, sob outro ângulo senti um pouco de falta de saber como Ryan, e os demais correspondentes de guerra, trabalharam durante a invasão.

Aqui e ali temos algumas pista, é verdade, nas queria mais.

Que fique claro: isso não macula em nada o livro.

Leitura necessária, com certeza.

15/12/2011

Exceção 2011 também está pronta

Compartilho aqui a edição 2011 da revista-laboratório Exceção, produzida na disciplina de Jornalismo de Revista, que leciono no Curso de Comunicação da Unisc.

Toda bonita, toda prosa, já a partir da capa, que presta homenagem à mítica Realidade, tão cara ao nosso fazer jornalístico em revista ao longo deste semestre e de tantos outros mais.

O aspecto convergência, uma vez mais, foi trabalhado por meio da plataforma blogger, que nos permitiu vôos para além do papel durante o percurso. Acesse o blog da Exceção por aqui.

As versões anteriores você pode acessar por aqui.

Abaixo, a face em dígitos, via Issue.

Segundo Unicom do Semestre 2011-2

A segunda edição do jornal-laboratório Unicom, do Curso de Comunicação Social da Unisc, onde leciono, já está pronta.

Foi desenvolvido, desde a concepção até o produto final, pelos alunos da disciplina de Podução em Mídia Impressa, que leciono.

Paralelo ao jornal impresso, a moçada cuidou de estabelecer, ao longo do semestre, diálogos de natureza multimidiática e convergente por meio do Blog do Unicom.

Abaixo, em dígitos, via Issue, o Unicom.

13/12/2011

Uberlândia sediará 14º FNPJ

O FNPJ (Fórum Nacional de Professores de Jornalismo) promove de 27 a 30 de abril de 2012 o 14º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, que terá como tema “A Formação Superior como Elemento Constituinte e Legitimador do Campo do Jornalismo”. O evento será realizado na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e tem como objetivos definir propostas para a melhoria permanente da formação dos jornalistas e constituir espaço de debate entre docentes, discentes e gestores de cursos da área.

A conferência de abertura, sobre o tema central, será realizada no dia 27 de abril, às 20 horas, pelo jornalista e professor Raul Osório Vargas, professor da Universidade de Antioquia (Colômbia) e membro da equipe que está implantando o mestrado em jornalismo na referida Universidade. No mesmo dia acontecem, às 13h30, o 7º Colóquio da Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), que vai debater a autorregulamentação e a exposição de crianças e adolescentes à mídia, e às 16 horas o 10º Pré-Fórum Fenaj, que vai debater o mundo profissional dos jornalistas como conteúdo de ensino e pesquisa na universidade.

No sábado, 28 de abril, um dos destaques da programação será o 5º Encontro FNPJ de Coordenadores de Curso de Jornalismo, que terá como tema “Novas Diretrizes Nacionais dos Cursos de Jornalismo”. O debate será aberto a todos os participantes interessados no tema e terá a presença do relator da proposta de novas diretrizes no CNE (Conselho Nacional de Educação), Reynaldo Tavares, ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

No período da tarde tem início o 10º Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino e Extensão em Jornalismo. O evento é voltado à apresentação de pesquisas e comunicação científica em seis áreas: Atividades de Extensão, Ensino de Ética e Teorias do Jornalismo, Pesquisa na Graduação, Produção Laboratorial – Eletrônicos, Produção Laboratorial – Impresso e Projetos Pedagógicos e Metodologias do Ensino.

No domingo, 29 de abril, acontecem os paineis “Panorama Regional do Ensino de Jornalismo no Brasil”, às 8 horas, “Condições do Trabalho Docente no Ensino Superior em Jornalismo”, às 9h45 e “Colóquio de Agências Experimentais de Comunicação e o Estado da Arte das Agências: Brasil e Mundo”, às 11h15.
Durante o encontro também será realizada a eleição da nova diretoria do FNPJ, que toma posse em Assembleia Geral Ordinária da entidade, no dia 29, às 18h30.

Confira a programação completa por aqui.

10/12/2011

Um dia feliz às vezes é muito raro

Talvez você não compreenda, mas hoje, ao final da tarde, no Parque da Gruta, aqui em Santa Cruz do Sul, havia uma luz diferente na tarde que se esvaia lentamente entre os ramos das árvores.

Eu e Pedro havíamos parado para descansar. Estávamos pedalando havia algum tempo e ele, mesmo sentado em sua cadeira de carona, estava cansado. Queria esticar as pernas. Tomar um pouco de água. Respirar, enfim.

Em um determinado momento, um macaco-prego desceu das árvores e chegou bem perto de onde estávamos.

Pela primeira vez na vida, entre Pedro e um animal selvagem não havia uma grade, nem uma placa dizendo o que deveria ser feito, apenas duas criaturas de mundos diferentes, sentindo-se.


Momentos depois, à beira de um riacho, deparei-me com o menino olhando fixo para a água corrente.

Lembrei-me dos dias distantes de minha infância, mas também que Pedro nunca havia sequer tocado em um riacho, rio ou mesmo lago: o mais perto disso foi a lâmina d'água de alguma praça, a piscina irritantemente azul de alguma casa ou clube.

O convite saiu de pronto:

- Filho, você quer molhar as mãos na água?

- Quero!

E assim foi: Pedro, três anos depois de ter nascido, por alguns momentos, sentiu em sua pele, pela primeira vez, a vida vertendo em fluxos, gelada, límpida, viva.


Há um verso de uma música, da qual gosto muito, acho que do Jota Quest, que diz mais ou menos assim: "Um dia feliz, às vezes é muito raro; viver é complicado, quero uma canção, fácil, extremamente fácil, pra você, eu e todo mundo cantarmos juntos".

Acho que é isso.

Volume 7 da BJR está publicado

O Vol.7 N.2 da Brazilian Journalism Research (BJR) já está publicado. Confira por aqui as versões em inglês e português.

Abaixo, a nova chamada de trabalhos.

Submissão de artigos: até 30 de março de 2012

Pareceres: até 15 de maio de 2012

Previsão de publicação: 30 de junho de 2012

Mídias digitais, convergência e prática jornalística: desafios e perspectivas

O advento e a introdução das mídias digitais trouxeram mudanças na organização e na dinâmica da sociedade, o que reflete, por exemplo, na sua estrutura sociotécnica-discursiva. As interações sociais ganham novas modalidades de produção de sentido. Entre as consequências das mídias digitais estão os diferentes processos que estas integram, o que se chamou convencionalmente de “convergência midiática”, bem como a emergência de uma cultura da convergência. Apreendido como o novo imperativo nas empresas de comunicação, uma estratégia de sobrevivência na crise do jornalismo, o termo convergência (de processos, linguagens, operações e plataformas) é apropriado como uma das grandes respostas às mudanças estruturais que incidem sobre a prática jornalística nos últimos anos.

As experiências multimídias têm requerido um aporte de recursos financeiros pelas empresas para a montagem de estações de trabalho integradas. Envolvem ainda mudanças na cultura organizacional dessas instituições, que ensaiam alterações de diferentes escalas em uma estrutura departamentalizada. Isso pode ser refletir em um aumento no número de atribuições dos jornalistas, com a concentração de processos como pesquisa, redação, edição, pesquisa por ilustrações, publicação e pós-publicação em um grupo restrito de profissionais. Ou nas exigências de se produzir um mesmo conteúdo para vários formatos midiáticos (impresso, TV, rádio, on-line). A lógica da convergência também resulta na produção de textos híbridos que combinem jornalismo, publicidade, serviços e entretenimento.

O objetivo do dossiê da BJR é promover o debate em torno das diferentes apropriações do termo “convergência” no jornalismo. Quais tipos de processos/práticas têm sido classificados como resultado da convergência midiática? O que reúne/distingue esses diferentes processos? Quais as condições de emissão de um discurso em torno da convergência? Como ele tem sido utilizado para promover mudanças nas redações, nas práticas jornalísticas e na estrutura das empresas de comunicação? Em que sentido o termo permite introduzir inovações nas redações jornalísticas ou ainda reforçar – sob outras condições – práticas sociodiscursivas já estabelecidas no jornalismo?

Os trabalhos submetidos devem abordar aspectos teóricos e estudos empíricos sobre a utilização das mídias digitais e a convergência e suas relações com as diferentes dimensões da prática jornalística.

Os artigos podem seguir estes eixos:

1. As relações entre a convergência e a economia das empresas de comunicação, incluindo os processos de concentração de operações, as tomadas de decisão em torno da diversificação de produtos e conteúdos midiáticos, bem como as alterações nas estruturas organizacionais.

2. Impactos da convergência na produção jornalística e na cultura profissional dos jornalistas, abarcando as rotinas produtivas, as interações com fontes, as formas de apuração, apresentação, construção, circulação e consumo do conteúdo jornalístico, formação e os modos de acesso ao mercado de trabalho, e as relações com os públicos e dos públicos com o jornalismo.

3. A criação de novos produtos convergentes. Nesse eixo, podem ser apresentados trabalhos que analisem a forma como a convergência resultou/tem sido utilizada para justificar mudanças no formato da notícia, bem como processos de hibridização do discurso jornalístico com outros gêneros textuais (publicidade, entretenimento etc.), a criação de conteúdos multimídia etc.

4. A convergência e dinâmicas de transformação do jornalismo, o que pode resultar em trabalhos sobre a apropriação desse termo nos discursos emitidos dentro e fora do meio profissional, como forma de justificar mudanças nas relações de trabalho, estratégias de sobrevivência à crise do jornalismo, bem como instrumentos de renovação/conservação dessa atividade.

Trabalhos que abordem outros eixos de análise que estejam de acordo com a temática do dossiê também podem ser submetidos.

Além do dossiê temático, os editores aceitarão artigos para a sessão Temas Livres.

Submissão

A Brazilian Journalism Research – BJR – é uma revista científica semestral publicada pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). A Associação se dedica à teoria e pesquisa em jornalismo (tanto trabalho teórico quanto empírico). O periódico tem uma versão em português desde o segundo semestre de 2008. Para outras informações sobre a SBPJor, visite o nosso site ( www.sbpjor.org.br).

Artigos:
Devem ser originais em inglês e em português. Os autores deverão enviar pelo sistema eletrônico da revista http://bjr.sbpjor.org.br e para o seguinte endereço eletrônico: bjreditor@gmail.com.

Após a submissão, os autores brasileiros se comprometem a enviar a versão em inglês do trabalho quinze dias após a comunicação do aceite, caso o artigo seja aprovado pelos pareceristas. Os autores estrangeiros também deverão enviar a versão do texto em português quinze dias após a comunicação do aceite, caso recebam parecer favorável para publicação do artigo na BJR.

Recomenda-se que trabalhos de doutorandos, mestrandos, e graduandos sejam submetidos em regime de coautoria com pesquisadores que tenham título de Doutor.

Cada artigo deve conter:

Em uma página separada escreva o título do artigo, o subtítulo, e o(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es), com sua atual afiliação acadêmica/profissional e seu atual endereço eletrônico;

Envie um resumo com no mínimo 130 e no máximo 150 palavras; e entre três (3) e cinco (5) palavras-chave;

Uma nota biográfica curta (até 5 linhas) também deve ser fornecida numa página separada;

Cada uma das duas versões do artigo (inglês e português) deve ser redigida em fonte Times New Roman, corpo 12, espaço entre linhas de 1,5 cm, conter de 20 mil a 35 mil caracteres (incluídos neste cálculo os espaços, as referências bibliográficas e as notas), com introdução e intertítulos em itálico, que não devem ser numerados, obedecendo a uma hierarquia clara de títulos e subtítulos que facilite a leitura;

Notas devem ser redigidas no final, antes das referências bibliográficas;

As referências e as notas devem ser citadas no texto com (AUTOR, data, e página);

Tabelas, figuras, fotos e ilustrações devem ter uma boa qualidade, serem numeradas sequencialmente por categoria e claramente identificadas (Exemplos: Figura 1, Figura 2; Tabela 1, Tabela 2 etc.);

Uma secção de referências em ordem alfabética deve seguir o texto; use o estilo ABNT.

Permissões de direitos de autor: os autores são responsáveis pela obtenção de permissões de direitos de autor para reproduzir qualquer cotação, ilustração ou fotografia publicadas anteriormente em outro local.

Resenha de livros: a revista inclui uma secção de resenhas de livros sobre jornalismo e áreas afins com até 1.000 palavras. Favor enviar comentários sobre livros para Célia Ladeira (cmmota@terra.com.br).

Informações adicionais: visite os websites da SBPJor www.sbpjor.org.br e da Brazilian Journalism Research http://bjr.sbpjor.org.br ou entre em contato com Kenia Maia, Editora Executiva (bjreditor@gmail.com).

Orientações detalhadas para os autores seguem em Anexo no documento “Tutorial para Autores - modelo de formatação de artigos a serem submetidos à BJR em português e em Inglês”, também disponível no sistema.

08/12/2011

Uma galerinha de muito talento

Sabe festa de Natal na escola do filho?

Aquele tipo de evento que os pais ficam babando de faceiros e os filhos restam tontos de tanto flash, beijo e abraço?

E, pois.

A nossa ocorreu ontem, na escola do Pedro, e se chamou a "A magia do Natal".

E foi linda!

Deixa de resmungar, lembra que é Natal (oh! oh! oh!) e relaxa: são pouco mais de dois minutinhos.

Até porque, vamos combinar, a galerinha mandou muuuuuuuuuuuuito bem.

A performance, acho, chama-se "Eu adoro a noite de Natal".