
Gostei, em primeiro lugar, porque, apesar de resumir mais de 300 anos de evolução em 10 horas/aula, - e de representar uma abordagem fundamentalmente eurocêntrica e norte-americana (sou mais Chatô que Hearst) a partir do século XIX -, trouxe à luz alguns pontos de vista necessários, por fundadores.
Refiro-me à "escola alemã" de jornalismo, artigo raro por estes lados; não obstante os esforços de pesquisadores como o pessoal da UFSC e da Unisinos.
A referência às idéias de alguns dos fundadores da teoria do jornalismo, caso de Ferdinand Tönise, Karl Knies, Albert Schäfle e Albert Schäfle (sem falar, claro, em Tobias Peucer), para ficarmos em alguns, foi importante principalmente porque freqüentamos pouco seus textos, não obstante o que significam. E também porque abrem novas veredas a caminhos já postos.
Então o encontro valeu a pena. E mereceu o vinho do porto com que brindamos ao final, apesar dos copos de plástico.
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