Aos que, como eu, não conseguem viver sem alguns sinais de pontuação, caso do ponto-e-vírgula, recomendo a leitura da coluna de Zero Hora O prazer das palavras deste sábado, O ponto-e-vírgula vive!, de autoria de Cláudio Moreno.
Trata-se da continuação de um texto veiculado no mesmo jornal a 12 de dezembro de 2009, homônimo.
Tipo assim: você pode não gostar do ponto-e-vírgula; simplesmente não usá-lo,ou, ainda, ignorá-lo propositalmente.
É seu direito.
Complicado é compreender porque algumas pessoas o combatem, como se ele fosse efetivamente uma espécie de mal a ser extirpado.
Do trema falo mais adiante.
Que futuros o jornalismo brasileiro pode ter?
Há uma semana

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