30 de jun. de 2008

Meu tempo não parou

Repico, por boa, a nova que recebi do colega Jair Giacominni, da Unisc, sobre o documentário "Meu tempo não parou", dirigido por ele e por Silvio Barbizan, também amigo; também colega.
O lançamento será nesta sexta, dia 4 de julho, às 19 horas, na Sala Redenção, Câmpus Central da UFRGS, Porto Alegre.
O documentário traz a memória de sete personagens que viveram os tempos pré-Aids nos 1970, o impacto da chegada da doença desconhecida nos anos 1980 e os novos tempos nos anos 1990, agora de esperanças e superações.
O documentário é uma realização da ONG Nuances e contou com o patrocínio da Unesco, do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado do RS.
A ficha técnica:
Documentário, Roteiro e Direção: Sílvio Barbizan + Jair Giacomini
Argumento: Célio Golin
Depoimentos de: Bento Rocha, Dheyser Veiga, Dirnei Messias, Edna Keitel, Gerson Winkler, Marcelly Malta e Veruska
Produção: Vanessa Coimbra, Sílvio Barbizan, Jair Giacomini, Célio Golin
Câmera e Fotografia: Giovani Borba
Som Direto: Gabriela Bervian
Edição: Giovani Borba, Sílvio Barbizan, Jair Giacomini
Mixagem e Finalização: Giovani Borba
Produção Executiva: Sílvio Barbizan, Jair Giacomini
Uma produção J.M Giacomini
Foto jornalística da capa: Carlos da Silva Rodrigues

Descampado

Cheguei ao Blog Descampado - Uma reportagem dos alunos de jornalismo investigativo da Unifersidade Federal de Pernambuco, por meio de um post no Blog do GJol, by Marcos Palácios, que transcrevo:
"Fruto da disciplina Jornalismo Investigativo, que a Profa. Adriana Santana conduziu neste semestre na UFPE, 28 estudantes, em sua maioria do 3º período, o Descampado é uma extensa reportagem, usando o Wordpress como plataforma de publicação. Pauta, apuração, entrevistas, imagens, redação, edição e checagem ficaram dos estudantes, que cumpriram a tarefa de 'radiografar' o campus da Universidade. Tenho usado o Wordpress de maneira semelhante, com ótimos resultados, até mesmo com estudantes de primeiro semestre da FACOM/UFBA. Aqui está um exemplo de trabalho feito por uma dupla de calouros, tendo como tema um bairro pouco conhecido da cidade. O Wordpress enquanto plataforma, pode não ser uma Brastemp, mas sempre é melhor que amaldiçoar a escuridão".
Temos usado, seja na Unisc ou na Univates, universidades que leciono aqui no Sul, não o Wordpress, mas o Blogger, o que ao final das contas pouco importa, mas sim o fato de serem ferramentas bem bacanas não apenas para dar mais cor às aula, mas ajudar a moçadinha a experimentar novos formatos quando o assunto é jornalismo. Leiam o Blog Descampado. Está muito bacana.

29 de jun. de 2008

O Blog do Dodô

Galera, sugiro uma visita ao Blog do Dodô, by Marcos Palácios. Espaço pra lá de bacana, não fica apenas no resgate de curiosidades de tempos idos, tipo figurinhas antigas de chiclete; fotos da revolução mexicana e o primeiro jogo feito para computador, para ficarmos em alguns e ainda que o faça à farta: cada post remete a um site específico, claro que ligado ao assunto, o que nos permite ir mais adiante na pesquisa. É o caso, por exemplo, do post Todas as colunas do Castello, sobre o colunista Carlos Castello Branco e que reúne textos do colunista 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências do próprio. Vão lé e confiram. Eu recomendo.

20 de jun. de 2008

Melhores do Mundo - O Assalto

Ok, ando sumido. Mas quem, vez que outra, não dá sua sumidinha? Faz assim: relaxa com este vídeo que a moçada de Fundamentos de Jornalismo Impresso apresentou este semestre. Bom demais.

28 de mai. de 2008

Airton Ortiz estará em Santa Cruz do Sul

Concordo, a coisa está devagar por estes lados. Trabalho demais, essas coisas... Aí vai, então, um convite que faço, a partir do coordenação do Curso de Comunicação da Unisc, onde também trabalho, para quem estiver por Santa Cruz do Sul por estes dias:
"O jornalista Airton Ortiz é o convidado do próximo Saideira, dia 3 de junho, que acontece integrando as atividades da 21º Feira do Livro de Santa Cruz do Sul. Ortiz vem falar sobre jornalismo, literatura e aventura. Ele fala às 20h, no Auditório do Colégio São Luís, num evento aberto ao público e gratuito.
Além de jornalista especializado em coberturas internacionais sobre natureza selvagem, Ortiz é fotógrafo e também escritor, com oito livros que relatam suas aventuras por mais de 80 países. Entre as façanhas, está a de ser o primeiro gaúcho a escalar o Kilimanjaro, ponto mais elevado do continente africano. Entre suas obras, títulos sobre o Egito, a Amazônia, o Everest, a Índia, o Tibete e o Alasca. Suas obras quase sempre figuram entre as mais vendidas da Feira do Livro de Porto Alegre.
Nascido em Rio Pardo em 1954, Ortiz iniciou sua carreira na comunicação em Cachoeira do Sul, trabalhando em jornal e rádio, nos anos 70. Em Porto Alegre, na década de 80, fundou e dirigiu o Jornal Tche! e a Editora Tche!, especializados em cultura gaúcha. Depois, passou a se dedicar ao jornalismo, especialmente de aventura. Atualmente, além de produzir livros com relatos sobre as viagens, faz coberturas para jornais nacionais como free lancer e escreve na revista online 360 Graus (
http://www.360graus.com.br), considerada principal publicação na Internet sobre aventura. Pelas coberturas, já foi finalista do prêmio Esso de Jornalismo, principal premiação do jornalismo brasileiro, e recebeu o Prêmio ARI, da Associação Riograndense de Imprensa, além de já ter recebido premiações pelas obras literárias.
O projeto Saideira – Debates de Comunicação é realizado pelo curso de Comunicação Social da Unisc e acontece todo mês, promovendo discussões sobre o mercado de trabalho das profissões da área de Comunicação.
Este é o segundo ano que o Saideira ocorre na Feira do Livro, que se inicia dia 31 de maio e vai até 8 de junho, na Praça Getúlio Vargas. A 21º edição da Feira homenageia Machado de Assis, no ano do centenário de sua morte. A feira funciona das 8h30min às 19h, de segunda à sexta-feira, das 9h às 19h aos sábados, e 14 às 19h nos domingos. O patrono desta edição é o escritor gaúcho Luiz Antônio de Assis Brasil, eleito por consulta popular. A Feira do Livro é uma promoção do Sesc, da Unisc e da Prefeitura".

14 de mai. de 2008

Foi bem legal a vinda de Lya - foto

Conforme prometido, eis ao lado o registro da vinda de Lya Luft a Santa Cruz do Sul, quando participou do lançamento do primeiro Unicom, jornal-laboratório da Unisc, deste ano. A foto ao lado foi feita no bate-papo que ela participou no Espaço Camarim, pouco antes de assinar seu livro "O silêncio dos amantes", pela Record, este na Iluminura. A foto é da Vanessa Kannenberg.

10 de mai. de 2008

Foi bem legal a vinda de Lya

O sábado amanheceu de sol e minha garganta dói, pois ontem esteva frio. Escrevo para dizer que a vinda de Lya Luft a Santa Cruz foi muito, mas muito legal. Ela foi boa, em primeiro lugar, porque deu tudo certo: o bate-papo que promovemos no Espaço Camarim, um teatro bem bacana aqui no Centro da cidade, foi tomado por umas 70 pessoas (a lotação do lugar é de 80, 90 no máximo). Como a vinda de Lya à cidade tem a ver com o Unicom, nosso jornal-laboratório do curso de jornalismo da Unisc, onde tambpem leciono, - e do qual falamos em post anterior (que por sinal ficou lindo demais) -, aproveitamos para fazer o lançamento da primeira edição deste ano no evento. Logo depois foi a vez da seção de autógrafos, agora na Iluminura, uma livraria-café pra lá de legal, que literalmenre foi tomada de gente. Fila enorme e tudo. Assim que as fotosm estiverem disponíveis eu mostro. Bom final de semana a todos.

9 de mai. de 2008

Olha o Unicom aí gente!!!!

Seguinte, moçada: acaba de sair do forno a primeira edição do ano do Unicom, o Jornal-laboratório dos alunos de jornalismo do Curso de Comunicação da Unisc, by Santa Cruz do Sul, mais especificamente os da cadeira de Produção em Mídia Impressa, por mim ministrada. O jornal está um desbunde, literalmente: por meio de Ítalo Calvino e Eliane Brum, mas, sobretudo. muita criatividade de toda a galera, recriamos Santa Cruz do Sul a partir do olhar de alguns de seus menos (e mais também) ilustres moradores.
Os merecidos créditos estão abaixo. A capa, acima. A saber:
Editor-chefe: Demétrio Soster de Azeredo,
Editor: Guilherme Mazui
Sub-edição: Letícia Mendes e Sancler Ebert,
Produção: Daiane Balardin, Luciana Mandler e Marisa Lorenzoni;
Reportagem: Cláudio Froemming, Daiane Balardin, Débora Nunes, Fernanda Almeida, Guilherme Mazui, Letícia Mendes, Luciana Mandler, Marisa Lorenzoni, Rodrigo Nascimento, Roseane Bianca, Rozana Ellwanger e Sancler Ebert
Opinião: Josileri Cidade e Josué Dalla Lasta
Revisão: Débora Nunes, Greice Guilhermano, Roseane Bianca e Rozana Ellwanger;
Diagramação: Gelson Pereira e Rodrigo Nascimento
Capa: Lázaro Fanfa;
Ilustrações: Giusepe Fontanari e Mariana Pellegrini
Logotipo: Samuel Heidermann

3 de mai. de 2008

Jornalista Tuio Becker está morto

Acabo de saber, pela Gazeta do Sul, que meu amigo e ex-colega de Zero Hora Tuio Becker morreu. De Alzheimar, problema que sofria desde há alguns anos. Morreu na na madrugada desta sexta-feira, 2, aos 64 anos. Foi enterrado no Cemitério São Miguel e Almas. Talvez por isso esteja chovendo tanto.

30 de abr. de 2008

A Justiça é a mesma para todos?

Trago, ná íntegra, por importante, matéria veiculada na FSP deste domingo e assinada por Lilian Christofoletti. Como não li a Folha neste domingo (minha culpa; minha máxima culpa...), fiquei sabendo dela por meio de uma newsletter do site O jornalista. A matéria:
"As indenizações por danos morais fixadas em processos iniciados por juízes contra organismos de imprensa têm valor aproximadamente três vezes maior do que as estipuladas em ações movidas por pessoas de outras áreas de atuação. A reportagem analisou as decisões proferidas em 130 processos abertos contra televisões, jornais e revistas de todo o país. Foram consideradas as diferentes instâncias e autorias. Segundo o levantamento, o magistrado que recorreu à Justiça alegando ter se sentido ofendido por alguma reportagem obteve, em média, uma indenização de cerca de R$ 470 mil ou 1.132 salários mínimos. Uma outra pessoa que tenha buscado no Poder Judiciário o mesmo tipo de reparação teve como resposta uma indenização menor, fixada em aproximadamente R$ 150 mil ou 361 salários mínimos. "Eu não tinha idéia disso, estou perplexo", afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que disse ser inconcebível existir um tratamento diferenciado entre um magistrado e um cidadão comum (leia texto abaixo). Se o universo dos "não-magistrados" for reduzido para as pessoas comuns, ou seja, se forem excluídos os artistas, políticos, advogados e membros do Ministério Público, a quantia estipulada judicialmente é menor, fica em torno de R$ 120 mil ou 289 salários mínimos. Nesse valor total estão incluídos os processos movidos pelas três pessoas acusadas no caso da Escola Base, que estourou em 1994, quando inocentes foram presos por acusações improcedentes de violência contra crianças. As indenizações fixadas em favor dos três envolvidos foram elevadas -para cada um foi definido, somando as diversas empresas jornalísticas acionadas na Justiça, cerca de R$ 2 milhões por danos morais. Se os processos da Escola Base forem excluídos da contagem, o valor de indenização estabelecido para pessoas comuns que foram em juízo contra a imprensa se reduz para R$ 30 mil por pessoa, ou seja, cerca de 72 salários mínimos.
"O levantamento das sentenças proferidas em diversas instâncias judiciais revelou uma tendência de os juízes das varas cíveis, de primeira instância, fixarem valores mais altos nas indenizações em geral. Essa quantia pode ser modificada na segunda instância (Tribunais de Justiça), para mais ou para menos, e normalmente é reduzida pelos ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de Brasília, que é a terceira instância judicial. Dificilmente casos de indenização chegam ao Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque processos de reparação financeira são tidos como factuais e dependem mais de uma interpretação de cada magistrado sobre a situação reclamada. A vocação do Supremo é discutir questões constitucionais. Segundo o levantamento da reportagem, em média, juízes de primeira instância fixaram em aproximadamente R$ 940 mil -ou 2.265 salários mínimos- as indenizações por danos morais para os colegas do Poder Judiciário. Nos Tribunais de Justiça (segunda instância) essa média foi reduzida para R$ 236 mil (568 salários mínimos). Quando chegou às mãos dos ministros do STJ (terceira instância), a quantia reparatória foi mantida em cerca de 500 salários mínimos (R$ 207,5 mil).
"Entre os processos analisados, a indenização mais alta estipulada pelo Judiciário contra um organismo de imprensa foi dada numa ação movida pelo juiz Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, que era titular da Vara de Infância e Juventude de Jundiaí quando foi acusado de supostas irregularidades em caso de adoção internacional de crianças em 1994. Decisão da primeira instância condenou a Folha a pagar 500 salários mínimos relativos a cada uma das 31 reportagens sobre o caso, o que dá cerca de R$ 6,4 milhões. O processo ainda não foi analisado pelo Tribunal de Justiça".

Lya Luft estará em Santa Cruz no dia 9





29 de abr. de 2008

Momento família

E com vocês, momento família: na foto, eu, Fabi, Pedro e Verônica.

18 de abr. de 2008

Alaic está recebendo trabalhos

Eduardo Meditsch, coordenador do Grupo Temático Estudios sobre Periodismo (Alaic), escreve para dizer que estão abertas as inscrições de trabalhos para o IX Congresso da Associação Latinoamericana dos Pesquisadores da Comunicação (http://www.alaic.net/), que vai comemorar os 30 anos de entidade. O congresso se realizará de 9 a 11 de outubro, na região metropolitana da Cidade do México. Os trabalhos, com texto completo, serão recebidos até 10 de agosto. As inscrições para o GT Jornalismo podem ser feitas no link
http://alaic.net/alaic30/ponencias/est_periodismo.html

Lições que a gente nunca esquece

Um dia, o professor que sempre foi legal com todo mundo pára de falar e fica olhando para a turma. A bagunça se encerra automaticamente. O professor que sempre foi legal com todo mundo volta-se para a turma; olha para nossos olhos com olhos que nunca havíamos visto antes e sentencia: "Vocês sabem qual é o cúmulo da ingratidão?". Claro que ninguém sabia. Ao que ele responde: "É o filho se masturbar, pegar o esperma, estender a mão ao pai e dizer: 'Toma. Não te devo mais nada". Há lições que a gente nunca esquece.

16 de abr. de 2008

Rei morto, rei posto

Rei morto, rei posto. Segundo matéria da Folha Online, a partir da Folha de São Paulo, o jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, 55, será o novo ombudsman da Folha. Ele passa a atender os leitores na próxima terça-feira, dia 22 de abril. Sua coluna dominical estréia no dia 27. Lins da Silva será o nono profissional a ocupar o cargo de ombudsman na Folha. O jornal foi o primeiro a adotar tal função no Brasil, em 1989. Antes dele, Caio Túlio Costa, Mario Vitor Santos, Junia Nogueira de Sá, Marcelo Leite, Renata Lo Prete, Bernardo Ajzenberg, Marcelo Beraba e Mário Magalhães atuaram como representantes dos leitores. Magalhães pediu demissão porque a direção da empresa pediu que ele não publicizasse mais a crítica interna. Esta, por sua vez, alega que isso foi feito porque "(...) a crítica interna vinha sendo utilizada pela concorrência e instrumentalizada por jornalistas ligados ao governo federal ". Veja aqui a matéria na íntegra.