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8 de dez. de 2011

Uma galerinha de muito talento

Sabe festa de Natal na escola do filho?

Aquele tipo de evento que os pais ficam babando de faceiros e os filhos restam tontos de tanto flash, beijo e abraço?

E, pois.

A nossa ocorreu ontem, na escola do Pedro, e se chamou a "A magia do Natal".

E foi linda!

Deixa de resmungar, lembra que é Natal (oh! oh! oh!) e relaxa: são pouco mais de dois minutinhos.

Até porque, vamos combinar, a galerinha mandou muuuuuuuuuuuuito bem.

A performance, acho, chama-se "Eu adoro a noite de Natal".

23 de dez. de 2010

Momentos felizes




11 de out. de 2010

Fotografamos o inenarrável Bebê-aranha

O dsoster.jor deixa um pouco de lado o papo-sério e presta sua homenagem ao Dia das Crianças com dois flagrantes do inenarrável, indescritível e radicalmente estiloso Bebê-aranha!



18 de jul. de 2010

O tempo de uma vida

O pai, que é professor, aguarda a filha na rodoviária. É noite e o ônibus está atrasado. Confere a hora no relógio do celular.

Um rapaz, aluno do semestre anterior, aproxima-se.

- E aí, professor; tudo tranqüilo?
- Beleza. O que você faz aqui? - Pergunta ao garoto.
- Estou esperando minha namorada.
- De onde ela vem?
- São Leopoldo.

É a vez dele perguntar.

- E o senhor, esperando quem?
- Minha filha.
- De onde ela vem?
- São Leopoldo.
- ...

O ônibus demora não mais que três ou quatro minutos até estacionar no terminal. O tempo de uma vida.

29 de jan. de 2010

Houve uma vez um verão em Garopaba

Voltamos há pouco da praia.

De Garopaba, principalmente, onde ficamos - Fabi, eu, Verônica e Pedro - por dez dias.

No começo foi complicado: três dias de chuva intensa, que foram devidamente compensados por uma semana de sol e mar exuberantemente limpo & quente.

Sem falar na casa que ficamos, aconchegante e a 100 metros do mar.

Então deu tudo certo.

E foi bom: assamos muitos peixes na grelha (anchova, robalo, cação e um que pesquei cujo nome não faço idéia); comemos quilos de camarão ao alho e óleo, mariscos (só eu comi; a galera não aderiu); rimos, brincamos, pesquei (a galera de novo não aderiu); li um monte de bobagens; sobretudo curtimos dias bem legais em família.

Abaixo, alguns registros.

Eu e Pedro, em Garopaba. Impressionante a quantidade de milho que o rapaz conseguiu comer

Falando em Pedro, foi a primeira vez que ele viu o mar. O registro dá uma idéia do que ele achou

Meu filho tem muitas virtudes. Entre elas, a generosidade...

Fabi em momento contemplação. Ao fundo, o mar de Garopaba

E não adianta: Verônica só deve voltar a sorrir para foto (segundo ela) em julho, quando tirar o aparelho (!). Pena. O registro foi feito no Rosa

18 de jan. de 2010

Pedro, o pé-de-valsa (ou seria vanerão?)

Pedro, meu filho, é uma figura e tanto.

Tipo assim: tarde dessas lá estava ele, na escolinha; na dele, quando foi tocado pelo ritmo da "cordeona".

Como quem puxa aos seus não degenera (!), o moleque não se fez de rogado; arregaçou as fraldas e puxou Maria Clara, coleguinha de turma, para o baile.

E mandaram ver!

Observe que o rapazinho, lá pelas tantas, aparentemente se atrapalha e fica confuso, mas é puro jogo de cena: logo em seguida, emenda um misto de chula com street dance e deixa uma vez mais seu nome marcado na história.

Desta vez, como Pedro, o pé-de-valsa da escola.

Não acredita? Que falem as imagens:

16 de jan. de 2010

A primeira (grande) queda de Pedro

Pedro ontem nos deu o primeiro grande susto: caiu e cortou o queixo. Na garagem aqui de casa.

Nada que um curativo sem necessidade de pontos no pronto-socorro não resolvesse, mas o suficiente para deixar a Fabi e a Verônica em pânico.

E quanto a mim? Bem, estava no cinema naquele momento.

Como deixei meu celular no silencioso, não notei absolutamente nada de anormal. Não antes de o filme se encerrar.

O fato é que havia seis ligações não atendidas, de casa e do celular da Fabi.

Quando Verônica contou o que houve com seu irmão, liguei para a Fabi para saber onde estavam e voei para o hospital.

Encontrei ela e Pedro saindo da emergência. Ele rindo, com um curativo no queixo; ela, com os olhos arregalados.

Tudo certo, então.

Em tempo: estava assistindo Atividade paranormal.

6 de jan. de 2010

Eis que Pedro vai à escola

A data de hoje é muito especial para todos nós aqui em casa: no início da tarde, devidamente acompanhado da Fabi, sua mãe zelosa (e de sua mochila nova), Pedro, nosso filho, viveu seu primeiro dia de escola.

Ficamos - eu, Verônica (irmã de Pedro) e Déti, nossa fiel escudeira - na maior expectativa.

Tipo assim: até então, a convivência de Pedro se deu basicamente com o povo aqui de casa, e com amigos eventuais, boa parte deles bebês, o que equivale a dizer que tudo poderia acontecer hoje.

Inclusive dar errado.

Veja com seus próprios olhos o que aconteceu:

15 de dez. de 2009

Coisas de Pedrinho

Pedro, meu filho, anda impossível no alto de seu 1,4 ano.

Ontem, em casa, derrubou o pinheiro de Natal. Que ele mesmo ajudou a montar, diga-se (a foto abaixo foi feita pela Fabi).

Depois, na rua, jogou o boné dentro do laguinho que existe na praça aqui no Centro de Santa Cruz, perto de onde moramos. As carpas, cujas bocas esperavam migalhas, estão em estado de choque até agora.

Hoje pela manhã, segundo a Fabi, antes de sair à rua para passear, o moçoilo jogou a chave da casa pela janela.

Mais tarde, no Boticário, atirou um frasco de perfume no chão, que, evidentemente, quebrou em 20 mil pedaços e deixou a mãe do rapaz, digamos assim, visivelmente constrangida.

Pedro dorme agora. A tarde lhe espera, sorridentemente azul.

18 de ago. de 2009

Pedro e o pastel

O registro aí de cima foi feito domingo passado, por ocasião do segundo aniversário do Matheus, filho dos amigos/compadres Lia e Cláudio.

Pedro, claro, mandou ver no pastel.

A foto é de Márcia Melz.

16 de ago. de 2009

Coisas de Verônica

Verônica está crescendo. Quando tentei lhe explicar o que foi Woodstock, a partir, creio, de matéria que estavámos assistindo sei lá onde (hoje é domingo, gente...), ela nem piscou quando soube que a moçada, entre outros, tomava banho pelada. Tudo certo quanto a isso. Estava mais interessada em saber quando é que se aprende a sentir vergonha do próprio corpo.

4 de ago. de 2009

O primeiro aniversário de Pedro

Este post não tem a ver com jornalismo, ensino de jornalismo ou pesquisa em jornalismo, mas com algo que, sem ele, nenhum dos itens anteriores teria o sentido que tem.

Refiro-me ao primeiro aniversário do Pedro, meu filho, comemorado dia 19 de julho. O festerê se realizou na sede da Associação dos Professores da Unisc, a Adunisc, onde também leciono, e foi muito legal e tudo.

Pedro provavelmentre achou tudo isso um saco, - haja vista que, para fazer guti-guti, apertá-lo, babá-lo e beijá-lo o tempo inteiro já há a família -, mas os que lá estiveram curtiram bastante. Basicamente porque foi muito legal e tudo.

No registro de Márcia Melz; eu, Verônica, irmã de Pedro; Fabi - auto-intitulada a "mãe mais coruja do mundo" -, e o astro da festa, no momento de apagar a velinha.

O fato é que Pedro está com um ano de vida; longa vida ao Pedro, então!

1 de mai. de 2009

Sou pai do Arnaldo Antunes!

A quem interessar possa: este é meu filho, Pedro, no alto de seus nove meses, após o banho.

3 de mar. de 2009

Filharada

1 de mar. de 2009

Tadinho do Pedrinho

Coisa chata isso: o Pedro está com febre desde ontem. É que os dentes estão chegando e para as crianças isso representa um sofrimento sem conta. Esta noite, por exemplo, foi um baile. Mas estamos cuidando, Fabi - a mãe mais zeloza do mundo - e eu, para que ele não sofra demais. Ninguém merece tanto sofrimento aos sete meses.

19 de fev. de 2009

Momento família II


Mais um momento-família: no registro, eu, Fabi, Verônica e Pedro; ela aos 13; ele, com sete meses. Lindos, cada um a seu modo. Foi feito em um estúdio aqui de Santa Cruz mesmo, esta semana.

12 de fev. de 2009

Pedro, Verônica e o sorvete

9 de fev. de 2009

Não é bela a minha família?

Almoço em família, ontem, no restaurante do Parque da Gruta, em Santa Cruz do Sul. Ao meu lado, Verônica; a Fabi no canto direito e, ao pé da foto, Pedro. Come-se basicamente carne e saladas por lá. Muito de tudo.

8 de fev. de 2009

Que saco este meu pai!

O dia em que perdi meu primeiro bebê

Verônica, minha filha, está passando o mês de fevereiro de suas férias aqui em Santa Cruz, comigo, a Fabi e o Pedro. Outro dia, na tentativa de tirá-la um pouco da frente do computador (são muitos os afazeres, cês sabem: webnovelas, fakes, orkutes etc.), saímos para caminhar em uma trilha bem bacana do Parque da Gruta dos Índios, aqui perto. Três mil quatrocentos e quarenta e dois queixumes depois, chegamos finalmente no tablado que existe junto a uma pequena cachoeira no parque, onde usualmente alongamos os músculos para a volta. Consta que, no local, um casal estava, digamos assim, transando. De forma discreta, é bem verdade, mas transando. (Usem a imaginação, por favor...). Ao perceber a situação (olhos de jornalistas são complicados, cês sabem; vêem depois da curva), e sem querer cortar o barato de ninguém, pedi a Verônica que parasse e sugeri que fizéssemos o alongamento onde estávamos. Ela, o rosto preocupado, topou na hora.
Tentarei traduzir o diálogo que veio em seguida:
- Pai, tu viu o que eles estavam fazendo?
Me fiz de salame.
- Não. O que era?
- Pai, por favor! Eles estavam t-r-a-n-s-a-n-d-o!!!!!
- Pois, é... Mas tudo bem, né? - Tentei contemporizar. - Eles têm o direito de fazer o que quiserem, ainda que eu não ache o lugar e a hora dos mais adequados...
A moçoila, no alto de seus 13 para 14 anos, ficou quieta por alguns segundos, refletindo. Até sentenciar:
- É, vai ver que eles se excitam fazendo isso no meio do mato.
Não lembro a hora, o dia ou o local, mas o fato é que, em algum lugar do caminho, perdi meu primeiro bebê.