Mostrando postagens com marcador Dicas interessantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas interessantes. Mostrar todas as postagens

3 de jan. de 2009

Me fui pro Chile

Guilherme Mazuí; aluno, colega e amigo, mais Morgana Rohde, a Moguinha, sua namorada, resolveram fazer uma férias diferentes neste verão, de mochila. Viajarão, ao longo de 18 dias, pelo Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. Neste momento eles estão no Chile. O legal, para além da viagem, é que estão registrando todos os momentos em um blog, o Me fui pro Chile, incluindo aí custos e informações gerais. Confere lá. E não esqueça de deixar um alô, que é pra manter o astral dos news beatniks pra cima.

24 de nov. de 2008

Edição de imagens será lançado dia 29 em Santa Cruz do Sul

Anotem aí: no próximo sábado, 29/11, os professores da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) Ângela Felippi, Demétrio de Azeredo Soster (que também leciona na Univates e Unisinos), Fabiana Piccinin e Rudinei Kopp lançam em Santa Cruz do Sul o livro Edição de imagens em jornalismo (Edunisc, 2008).
O lançamento será às 10h30min, na Livraria e Cafeteria Iluminura, Centro. A obra tem participação de dez pesquisadores de várias universidades brasileiras e discute a profusão do uso da imagem nas diferentes mídias – televisão, jornal impresso, Internet, revista, além da presença no chamado jornalismo móvel e na assessoria de imprensa.
Os temas presentes no livro fazem parte das pesquisas e experiências práticas dos autores, que são jornalistas, publicitários, fotógrafos e também professores e pesquisadores na área de Comunicação. O grupo parte da idéia de que com as novas tecnologias de produção de imagem, as novas mídias e os novos cenários de produção jornalística, o lugar da imagem tem se tornado continuamente desafiante no processo de edição em jornalismo.
Participam também da obra Adair Peruzzolo, Ary Moraes, Elson Sempé, Fernando Firmino da Silva, Gilmar Hermes e Tattiana Teixeira O prefácio é de Sebastião Squirra, a apresentação de Fabiana Piccinin e a arte da capa de Rudinei Kopp. A organização da é de Ângela Felippi, Demétrio de Azeredo Soster e Fabiana Piccinin.
Contatos: Ângela Felippi: 9959-5581, angelafe@unisc.br; Fabiana Piccinin: 3715.8850, 8458-8945, fabianapiccinin@hotmail.com e Demétrio de Azeredo Soster: 2107.4419, 9995-0106, dsoster@uol.com.br.

24 de ago. de 2008

Observatórios de Mídia nas bancas esta semana

Por newsletter, mas também por meio do blog Monitorando, de meu amigo Rogério Cristofoletti, vem a seguinte (boa) nova, que transcrevo na íntegra, por oportuna:
"Chega às principais livrariarias do país esta semana o volume “Observatórios de Mídia: Olhares da Cidadania”, que organizei com o professor Luiz Gonzaga Motta.
O livro sai pela
Paulus e conta com 230 páginas. É uma reunião de textos de 17 pesquisadores brasileiros, de todas as regiões do país, e que compõem a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi), surgida em 2005. O prefácio é assinado pelo jornalista Alberto Dines, fundador do Observatório de Imprensa.
Veja o sumário:
Introdução
A cidadania se mobiliza para monitorar a mídia
Parte 1 – Por que observar?
Observatórios: da resistência ao desenvolvimento humano- Luiz Gonzaga Motta
A mídia e a construção do cotidiano: uma epistemologia do social-midiático - Wellington Pereira
Monitoramento de mídia e estratégias de cooperação com as personagens da notícia: a importância do diálogo informado com a imprensa nos processos de desenvolvimento - Guilherme Canela
Parte 2 – Como observar?
Ver, olhar. Observar - Rogério Christofoletti
Monitorando telejornais: desafios e perspectivas - Fernando Arteche Hamilton
Por que os observatórios não observam “boas práticas”? - Luiz Martins da Silva e Fernando Oliveira Paulino
Crianças e adolescentes em pauta: observando a mídia na Amazônia - Ana Prado, Danila Cal e Vânia Torres
Parte 3 - Passado, presente e futuro
Pequena história da crítica de mídia no Brasil - Angela Loures
Um observatório, mais observatórios - Luiz Egypto e Mauro Malin
O futuro do jornalismo: democracia, conhecimento e esclarecimento - Victor Gentilli
Media Literacy na Inglaterra e no Brasil - Danilo Rothberg e Alexandra Bujokas
Notas da vigilância - Avery Veríssimo".

1 de ago. de 2008

O que é, o que é...

Peguei esta do Blog do GJol, por meio de post de Marcos Palácios.
Ganha um CD com um discurso de 12 horas ininterruptas, repleto de expressões como "companheiro", "capitalismo" e "imperialismo", além de uma foto da mala do Chavez, quem adivinhar quem é o blogueiro mais famoso da ilha de Cuba, onde até ontem, pelo que me consta, não havia internet.
Confiram no Cubadebate - contra o terrorismo mediático.

16 de jul. de 2008

Finalmente um filme

Eis que, passados alguns séculos do mais absoluto silêncio em minhas retinas, finalmente surge um filme digno de nota. Refiro-me ao "Na natureza selvagem", dirigido pelo Sean Penn. O enredo é o seguinte: um garoto chamado Christipher McCandless (Emile Hirsch), já formado, lá pelos 90, decide dar um basta geral, inclusive em sua família, e sai em busca de suas concepções de mundo, formadas, entre outros, a partir de leituras como Henry David Thoreau (recomendo Desobedecendo e Walden, ou a vida nos bosques), que cita o tempo inteiro. O objetivo é chegar ao Alasca. Na verdade, dar um tempo longe de tudo e de todos, em especial de sua família. Eis que, em uma empreitada meio hippie, meio beatnick, meio, o garoto sai por estão mundão afora até finalmente chegar ao seu destino. No caminho, conhece uma porrada de gente interessante. Dizem, ao final, que a história se baseia na aventura vivida por um sujeito realmente chamado Christopher McCandless. Também afirmam que Sean Penn demorou dez anos para terminar o filme, do que eu também não tenho porque duvidar. A verdade é que a história é muito porrada. Não vou contar o fim, mas adianto que não segue a cartilha. Apenas sigo sem entender como, afinal de contas, um bendito de um ônibus (sem motor) foi parar no meio do Alasca, onde o diabo perdeu as botas. Licença poética? Que o seja, então.

5 de jul. de 2008

Olha o Unicom uma vez mais aí, gente!

O semestre na Unisc, by Santa Cruz do Sul, onde também leciono, se encerrou com duas edições do Unicom, nosso jornal-laboratório, sendo que a mais recente ficou pronta na semana passada. Diferentemente da anterior, desta vez o conteúdo foi livre do ponto de vista temático. O que também rendeu bons achados, como, por exemplo, o mapa da prostituição de Santa Cruz do Sul e o consumo do LSD nas baladas santa-cruzenses, para ficarmos em duas. Mas não foi só isso: ao longo do semestre, a turma dialogou por meio de um blog - o Blog do Unicom -, onde fizemos telewebjornais, podcasts e o que mais foi possível fazer, além de um site. Vão lá. Vejam com seus próprios olhos. Nos visitem.

A ficha técnica está aí embaixo.

Editor: Letícia Mendes
Sub-edição: Cláudio Froemming, Guilherme Mazui e Marisa Lorenzoni
Produção: Daiane Balardin, Luciana Mandler e Roseane Bianca
Reportagem: Cláudio Froemming, Daiane Balardin, Daniel Rech, Débora Nunes, Guilherme Mazui, Josiléri Cidade, Josué Dalla Lasta, Letícia Mendes, Luciana Mandler, Marisa Lorenzoni, Rodrigo Nascimento, Roseane Bianca, Rozana Ellwanger, Sancler Ebert e Simone Cardoso
Revisão: Daniel Rech, Fernanda Almeida, Greice Guilhermano e Josiléri Cidade
Diagramação: Gelson Pereira
Direção de arte: Gelson Pereira e Lázaro Fanfa
Ilustrações: Giusepe Fontanari
Fotos: Cláudio Froemming, Daniel Rech, Débora Nunes, Márcia Melz, Marisa Lorenzoni, Rozana Ellwanger
Logotipo: Samuel Heidemann
Impressão: Graphoset
Tiragem: 500 exemplares

30 de jun. de 2008

Meu tempo não parou

Repico, por boa, a nova que recebi do colega Jair Giacominni, da Unisc, sobre o documentário "Meu tempo não parou", dirigido por ele e por Silvio Barbizan, também amigo; também colega.
O lançamento será nesta sexta, dia 4 de julho, às 19 horas, na Sala Redenção, Câmpus Central da UFRGS, Porto Alegre.
O documentário traz a memória de sete personagens que viveram os tempos pré-Aids nos 1970, o impacto da chegada da doença desconhecida nos anos 1980 e os novos tempos nos anos 1990, agora de esperanças e superações.
O documentário é uma realização da ONG Nuances e contou com o patrocínio da Unesco, do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado do RS.
A ficha técnica:
Documentário, Roteiro e Direção: Sílvio Barbizan + Jair Giacomini
Argumento: Célio Golin
Depoimentos de: Bento Rocha, Dheyser Veiga, Dirnei Messias, Edna Keitel, Gerson Winkler, Marcelly Malta e Veruska
Produção: Vanessa Coimbra, Sílvio Barbizan, Jair Giacomini, Célio Golin
Câmera e Fotografia: Giovani Borba
Som Direto: Gabriela Bervian
Edição: Giovani Borba, Sílvio Barbizan, Jair Giacomini
Mixagem e Finalização: Giovani Borba
Produção Executiva: Sílvio Barbizan, Jair Giacomini
Uma produção J.M Giacomini
Foto jornalística da capa: Carlos da Silva Rodrigues

29 de jun. de 2008

O Blog do Dodô

Galera, sugiro uma visita ao Blog do Dodô, by Marcos Palácios. Espaço pra lá de bacana, não fica apenas no resgate de curiosidades de tempos idos, tipo figurinhas antigas de chiclete; fotos da revolução mexicana e o primeiro jogo feito para computador, para ficarmos em alguns e ainda que o faça à farta: cada post remete a um site específico, claro que ligado ao assunto, o que nos permite ir mais adiante na pesquisa. É o caso, por exemplo, do post Todas as colunas do Castello, sobre o colunista Carlos Castello Branco e que reúne textos do colunista 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências do próprio. Vão lé e confiram. Eu recomendo.

28 de mai. de 2008

Airton Ortiz estará em Santa Cruz do Sul

Concordo, a coisa está devagar por estes lados. Trabalho demais, essas coisas... Aí vai, então, um convite que faço, a partir do coordenação do Curso de Comunicação da Unisc, onde também trabalho, para quem estiver por Santa Cruz do Sul por estes dias:
"O jornalista Airton Ortiz é o convidado do próximo Saideira, dia 3 de junho, que acontece integrando as atividades da 21º Feira do Livro de Santa Cruz do Sul. Ortiz vem falar sobre jornalismo, literatura e aventura. Ele fala às 20h, no Auditório do Colégio São Luís, num evento aberto ao público e gratuito.
Além de jornalista especializado em coberturas internacionais sobre natureza selvagem, Ortiz é fotógrafo e também escritor, com oito livros que relatam suas aventuras por mais de 80 países. Entre as façanhas, está a de ser o primeiro gaúcho a escalar o Kilimanjaro, ponto mais elevado do continente africano. Entre suas obras, títulos sobre o Egito, a Amazônia, o Everest, a Índia, o Tibete e o Alasca. Suas obras quase sempre figuram entre as mais vendidas da Feira do Livro de Porto Alegre.
Nascido em Rio Pardo em 1954, Ortiz iniciou sua carreira na comunicação em Cachoeira do Sul, trabalhando em jornal e rádio, nos anos 70. Em Porto Alegre, na década de 80, fundou e dirigiu o Jornal Tche! e a Editora Tche!, especializados em cultura gaúcha. Depois, passou a se dedicar ao jornalismo, especialmente de aventura. Atualmente, além de produzir livros com relatos sobre as viagens, faz coberturas para jornais nacionais como free lancer e escreve na revista online 360 Graus (
http://www.360graus.com.br), considerada principal publicação na Internet sobre aventura. Pelas coberturas, já foi finalista do prêmio Esso de Jornalismo, principal premiação do jornalismo brasileiro, e recebeu o Prêmio ARI, da Associação Riograndense de Imprensa, além de já ter recebido premiações pelas obras literárias.
O projeto Saideira – Debates de Comunicação é realizado pelo curso de Comunicação Social da Unisc e acontece todo mês, promovendo discussões sobre o mercado de trabalho das profissões da área de Comunicação.
Este é o segundo ano que o Saideira ocorre na Feira do Livro, que se inicia dia 31 de maio e vai até 8 de junho, na Praça Getúlio Vargas. A 21º edição da Feira homenageia Machado de Assis, no ano do centenário de sua morte. A feira funciona das 8h30min às 19h, de segunda à sexta-feira, das 9h às 19h aos sábados, e 14 às 19h nos domingos. O patrono desta edição é o escritor gaúcho Luiz Antônio de Assis Brasil, eleito por consulta popular. A Feira do Livro é uma promoção do Sesc, da Unisc e da Prefeitura".

18 de abr. de 2008

Alaic está recebendo trabalhos

Eduardo Meditsch, coordenador do Grupo Temático Estudios sobre Periodismo (Alaic), escreve para dizer que estão abertas as inscrições de trabalhos para o IX Congresso da Associação Latinoamericana dos Pesquisadores da Comunicação (http://www.alaic.net/), que vai comemorar os 30 anos de entidade. O congresso se realizará de 9 a 11 de outubro, na região metropolitana da Cidade do México. Os trabalhos, com texto completo, serão recebidos até 10 de agosto. As inscrições para o GT Jornalismo podem ser feitas no link
http://alaic.net/alaic30/ponencias/est_periodismo.html

4 de abr. de 2008

Mestrado em jornalismo da UFSC abrirá seleção

Repasso newsletter do amigo e colega Eduardo Meditsch, coordenador do Mestrado em Jornalismo da Federal de Santa Catarina: "O Mestrado em Jornalismo da UFSC abre o processo seletivo para a sua segunda turma, com ingresso previsto para agosto de 2008. As inscrições devem ser feitas entre 02 e 16 de maio através do site www.posjor.ufsc.br, onde já está disponível o edital completo, com todas as regras e instruções. Em 2008 ingressarão mais dez alunos". Lembrando sempre que este é o primeiro mestrado em jornalismo no País.

3 de abr. de 2008

Giovani Grizotti fará palestra na Unisc

Seguinte, moçada: na próxima quarta-feira, dia 9, o repórter investigativo Giovani Grizotti estará realizando uma palestra na Unisc, by Santa Cruz do Sul. O evento, aberto, se realizará na sala 101, a partir das 8 horas, como parte dos trabalhos da disciplina de Técnicas de Reportagem. A idéia, claro, é falarmos sobre jornalismo investigativo e Grizotti é o cara certo para isso: formado na PUC, em Porto Alegre, trabalha na RBS TV desde 2001. Faz reportagens também para o jornal Zero Hora e Rádio Gaúcha. É diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e já conquistou cerca de 40 prêmios de jornalismo, incluindo as duas últimas edições do ESSO. Todos estão convidados.

14 de fev. de 2008

Chiclete com Banana nas bancas

Lembro que, quando surgiu a Chiclete com Banana, hááááááááá muito tempo, eu saía de casa mais tarde, para a aula, só para pegar a nova edição da revista nas bancas. Digo isso para anunciar, com base em notícia do Uol, que o quarto volume da antologia Chiclete com Banana já está à venda. Diz a matéria: "Trata-se de uma compilação do trabalho que o quadrinista Angeli produziu para a revista que criou e editou entre 1985 e 1995. A antologia contará, no total, com 16 volumes. No fascículo em questão, estão histórias dos personagens Meia Oito, Bob Cuspe, Rê Bordosa e Los Tres Amigos - trabalho que Angeli desenvolveu com os quadrinistas Laerte e Glauco. A antologia "Chiclete com Banana Vol.4" (50 págs., R$ 7,90) é um lançamento da editora Devir".

14 de jan. de 2008

Unipampa está instituída

Reproduzo release eletrônico encaminhado pela assessoria de imprensa da Unipampa:
"A Lei que institui a Universidade Federal do Pampa – Unipampa, foi sancionado no dia 11 de janeiro deste ano pelo presidente da República Luis Inácio Lula da Silva. A partir desta data a Unipampa passa a ser autônoma e independente no desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Até então, os 10 campi da Unipampa, localizados em Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Itaqui, Jaguarão, Santana do Livramento, São Borja, São Gabriel e Uruguaiana, eram administrados pelas Universidades Federais de Santa Maria – UFSM – e de Pelotas – UFPel. O próximo passo para a consolidação da nova universidade será a designação de um reitor, através de portaria assinada pelo ministro da educação.
A nova universidade federal já nasce multicampi: nas dez cidades em que atua, localizadas na mesorregião metade sul do estado, estudam aproximadamente 2400 alunos, distribuídos em 30 cursos de graduação, trabalham 170 docentes e 135 servidores técnico-administrativos. Este ano o número de acadêmicos aumentará, pois a UFSM e a UFPel já realizaram os processos de vestibular para o ingresso dos calouros de 2008.
Conforme a professora Maria Beatriz Luce, presidente da comissão de implantação da Unipampa, designada pela portaria do MEC/SESU 225 de 16/3/2007, "as perspectivas são animadoras, pois teremos nos próximos meses concursos públicos para docentes e técnico-administrativos. Além disso, ainda neste ano, serão encaminharemos projetos para credenciamento de cursos de mestrado".

22 de out. de 2007

Blog novo na parada

Tenho cá com meus botões - eu e a torcida do Flamengo, diga-se - que o grande lance da internet é levar o local ao mundo, e não necessariamente o mundo ao local. Neste sentido, recomendo o blog Informação e Análise, do Jeison Rodrigues, grande amigo e colega que respeito sobremaneira, em especial no trato do jornalismo em política. O blog, muito bacana, está voltado particularmente a Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, uns 45 quilômetros de Porto Alegre. Vai lá. Confere com seus próprios olhos.

3 de out. de 2007

Última Hora em dígitos

Por meio do Guilherme Póvoas, colega de redação do Jornal VS, de São Leopoldo, onde também trabalho, acabo de saber que o arquivo do jornal Última Hora se encontra disponível da rede. Trata-se de um jornal por demais importante em nossa história evolutiva, e não apenas porque foi um dos primeiros a se valerem de cor na capa em termos de Brasil. Assim como o Última Hora, há outros veículos importantes disponíveis em dígitos. É o caso da lendária O Cruzeiro; Careta, Revista do Globo, para ficarmos em três. O que nos ajuda a entender a importância do ítem memória como uma das características constitutivas do webjornalismo.

26 de set. de 2007

O jornalismo acabou?

Reproduzo na íntegra, por importante, texto de Alfredo Vizeu, veiculado inicialmente no Observatório de Imprensa:
"O jornalismo acabou? Agora somos todos jornalistas? Perguntas como essas são feitas em todos os recantos do país diariamente a jornalistas, professores e pesquisadores do campo jornalístico. Com certeza, as novas tecnologias e a internet vêm determinando uma série de mudanças na sociedade contemporânea. Novas formas de comunicação e expressão são criadas. As perspectivas são ilimitadas, infinitas. No entanto, não podemos confundir essas novas formas de expressão que se constituem através de comunidades virtuais e blogs, entre outros, com jornalismo. São, basicamente, novas formas de expressão.
Já o jornalismo é uma forma de conhecimento crítico que tem como preocupação interpretar a realidade social. É resultado de uma atividade profissional de mediação vinculada a uma organização que se dedica basicamente a interpretar a realidade social e mediar os que fazem parte do espetáculo mundano e o público. O campo jornalístico não só transmite, mas prepara e apresenta uma realidade dentro das normas e das regras do campo, contribuindo dessa forma para a percepção do mundo da vida.
Como bem observa o intelectual francês Dominique Wolton, quanto mais há informação, comentários e opiniões, mais indispensável é a função do jornalista, do campo do jornalismo, como mediador para selecionar, organizar e hierarquizar a informação. O que é colocado hoje é que, diante das novas tecnologias, temos pela frente novos desafios sobre os modos de fazer jornalismo. Se as fronteiras entre o campo jornalístico e outras formas de expressão e comunicação se estreitam, isso exige uma reflexão crítica e profunda sobre o jornalismo hoje.
Os novos desafios
Fico impressionado quando vejo algumas pessoas defenderem que hoje todos somos jornalistas. De um lado, é reduzir as mais diversas formas de expressão e comunicação dos agentes sociais na atualidade ao campo jornalístico. Por outro, é não ter a compreensão da importância do jornalismo como um "lugar" de interpretação da realidade social a exigir cada vez mais profissionais com formação de nível superior e qualificados para exercerem essa atividade central na contemporaneidade.
Dentro desse contexto, recomendo a leitura do livro "
Metamorfoses jornalísticas – formas, processos e sistemas", organizado por Ângela Felippi, Demétrio de Azeredo Soster e Fabiana Piccinin (197 pp, Editora da Universidade de Santa Cruz do Sul, RS, 2007), que traz uma importante contribuição para a discussão e a reflexão sobre o jornalismo hoje. De uma leitura agradável, o livro apresenta um trabalho forte e consistente de jornalistas, professores e pesquisadores que estão preocupados em buscar pistas para compreender os novos desafios colocados pelo jornalismo no mundo moderno".

22 de ago. de 2007

Metamorfoses jornalísticas

A capa ao lado diz respeito ao novo livro que estaremos lançando a partir de outubro.
Chama-se "Metaformoses jornalísticas: formas, processos e sistemas" (Edunisc, 2007) e é organizado por este que vos tecla e pelas professoras-pesquisadoras Ângela Fellipi e Fabiana Piccinin.
Participam dele, ainda, Carlos Eduardo Franciscato, José Afonso da Silva Júnior e José Carlos Correa.
O prefácio é de Alfredo Vizeu.
A idéia é discutirmos os mecanismos por meio dos quais os jornais estabelecem seu diálogos, complexificando-(os)se.
O lançamento ocorrerá em outubro, na Feira do Livro de Porto Alegre.
Como será num sábado (avisarei a data), preparem o mate e as canetas: nos vemos na Praça da Alfândega.
Grande abraço a todos.

12 de ago. de 2007

Lambidas digitais

A disciplina de Linguagens dos Meios Digitais I da Univates, em Lajeado, onde também leciono, vai bombar neste semestre. Criamos, ainda na aula passada, um blog - Lambida Digital - cujo objetivo é extrapolar os limites da aula para além da sala. Ou seja, exercitar a linguagem digital, ainda que na forma de blog. Vem mais novidade pela frente, mas é cedo para adiantar qualquer coisa. Quanto à aula, bem: é sexta à noite; o pessoal está cansado (a maioria trabalha), mas não falta fôlego pra galera. Ao que tudo indica, vai render um bom caldo, com certeza. Dá uma lambida no blog, vai...
Integram a foto aí de cima, "tirada" pela Elise Bozzetto, na mais absoluta desordem, além deste que vos tecla: Ana de Fátima Lourenço; Carlos Dudu Schneider; Carlos Eduardo Spohr; Cláudia Brune; Diogo Botti; Felipe Schmitt; Ismael Salvatori; Jaime Gregory; Lucas e Luciana Brune; Luciano Macedo; Maiana Antunes; Nicole Morás; Rafael Simonis; Ranieri Morigi e Tiago Baldi. Integram a turma, ainda, Deise Scartezini e o Paulo Rogério dos Santos.