26 de mai. de 2010

Prêmio Adelmo Genro Filho

Lembrete que chega por e-mail, da parte de Rogério Christofoletti, coordenador do Prêmio Adelmo Genro Filho (PAGF):

Estão abertas, a partir de 1º de junho, as inscrições para a quinta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo.

O PAGF 2010 é uma promoção da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).

A premiação é voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2009 em três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado.

Uma quarta categoria – Sênior - é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.

Os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br

As inscrições vão de 1º de junho a 30 de julho, e os resultados têm anúncio previsto para outubro.

Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 8º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Luís, Maranhão.

O regulamento pode ser acessado no site da SBPJor.

24 de mai. de 2010

Documentário sobre reformas da FSP

Documentário explica a nova reforma gráfico-editorial da Folha de São Paulo, implantadas neste domingo, 23, e já comentadas aqui.

23 de mai. de 2010

Que m-a-r-a-v-i-l-h-a!!!!!!!

Na boa, a Veja desta semana se superou.

A capa abaixo diz respeito à matéria As razões do mal, sobre a procuradora Vera Lúcia, acusada de torturar a menina que pretendia adotar.

Segundo a revista, Vera Lúcia "(...) tenta justificar sua crueldade culpando a criança. Uma testemunha afirma que ela também batia na mãe. Como uma bruxa má, não demonstra nenhum arrependimento e sua lógica é a da desrazão".

Ao que pergunto: trata-se de uma questão moral, como sentencia a revista, ou patológica?

Sobre a reforma da Folha de S.Paulo

Não falarei ainda de forma mais incisiva do novo projeto gráfico-editorial e de rede da Folha de S.Paulo, que estreou neste domingo: é preciso degustar um pouco mais, ainda; saborear as novidades por mais tempo.

Mas adianto algumas impressões, partindo do pressuposto que, de uma forma geral, gostei:

1 a nova tipologia (fontes mais fortes para notícias; mais leves para análise e opinião etc.) parece ter funcionado mais em termos de miolo e cadernos que na capa, onde logo e manchete se destacam de forma, a meus olhos, incisiva demais. Mas gostei da valorização das reportagens especiais a partir da capa.


2 A diagramação organizada por módulos ficou boa demais. Emprestou leveza ao miolo e cadernos como um todo.


3 A aposta na opinião (29 novos colunistas) e na análise, na repaginação de editorias (Brasil se torna Poder, por exemplo; Mais! vira Ilustríssima; Informática, TEC); caderno Esportes em formato tablóide e interpretação como estratégia de identidade é mais que acertada: fortalece a identidade do jornal. (Fica a pergunta: a idéia é sair dos 300 mil exemplares/dia, ou fidelizar esta parcela?)

4 A versão on-line se chama, agora, Folha.com; possui 30% a mais de espaço editorial, aposta na interatividade e investe em vídeo, foto e áudio. As redes sociais (via twitter: @folhaonline; facebook: www.facebook.com/folhadesp etc.) também ganham relevência


Assim que tiver estudado melhor, volta a escrever sobre esse assunto.

22 de mai. de 2010

Sobre bactérias, DNA e midiatização

A semana que se encerrou foi particularmente relevante quando o assunto é "instauração de novas ambientações" pelo anúncio, na mídia, de que algo vivo, neste caso uma cadeia completa de DNA, foi gerado a partir da conjunção entre a) um computador e b) matrizes biológicas.

A bactéria Mycoplasma mycoides recebeu um genoma sintetizado por um software, tornando-se, dessa forma, "(...) a primeira espécie viva no planeta terra que tem um computador como pai", segundo o cientista Craig Venter, protagonista da façanha. (Veja matéria completa por aqui).

O que isso muda? Na verdade não muda, continua.

Se observarmos que a midiatização, enquanto fenômeno de matizes sócio-técnicos-discursivos, representa a instauração de uma nova ambiência na sociedade a partir do momento em que as máquinas deixam a posição de apêndice para se tornarem parte integrante desta, veremos que a descoberta de Craig Venter possui raízes tão antigas quanto a humanidade.

Ou seja, que esta relação (homens/máquinas) é inerente ao ser-se homem; haja vista, digamos assim, nossa insufiência biológica no que toca à sobrevivência.

Sob outro ângulo, trata-se de um marco diferenciado este, de uma forma de relação específica, haja vista que as máquinas tornaram possível a vida.

Não percamos tempo com discussões datadas, ainda que relevantes: é claro que, atrás dos bytes há homens; mas o fato é que um programa especialista tornou a tarefa possível, quando, até então, servia de ferramenta a este propósito.

Há uma diferença aí. Sutil, mas uma diferença: até bem pouco, as complexificações geradas pela midiatização eram mais visíveis processualmente na dinâmica de funcionamento dos campos sociais; interferindo, por meio de fluxos informacionais, principalmente nas operações destes.

Agora podem criar a vida.

É preciso pensar mais sobre o assunto ainda; refletir mais.

Parece-me claro, no entanto, que ainda estamos bem distante do cenário (e das dúvidas) do Blade Runner de Ridley Scott, assim como talvez possamos afirmar que se instaure, a partir dessa descoberta, um novo momento-mundo, que exige, igualmente, gramáticas de reconhecimento específicas.

16 de mai. de 2010

Afinal, com se tem dito, é domingo

Peguei o vídeo abaixo de Luizete's Channel, by Youtube.

Nele, Osmar Prado recita "Poema em linha reta", de Fernando Pessoa, em cena da novela O Clone.

A um minuto do início da cena, mais ou menos.

Interpretação digna de nota.

15 de mai. de 2010

Com se realiza um jornal-laboratório

Moçada, o vídeo abaixo, misto de documentário e making of, foi produzido pelos alunos da Unisc, onde leciono, para marcar o lançamento da primeira edição do Unicom, nosso jornal-laboratório, neste 2010.

A resolução não está essas coisas porque, em .avi, eram 2,6 Gb; a saída foi converter para um formato a) mais leve e b) compatível com o Vímeo, neste caso 3gp.

Usei o programa FormatFactory 3.0 para conversão, sugestão de @betosouza77.

Mas acho que ficou legal. Confere:

 

Sábado é dia de Radar objETHOS

A partir de hoje, conforme avisam Rogério Christofoletti e Francisco José Karam por e-mail, o site Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) oferece mais um serviço aos seus leitores: o Radar objETHOS.
 
 
Trata-se de um conjunto dos links mais interessantes da semana sobre jornalismo e ética. 
 
Acesse por aqui.

O objETHOS agora tem novo email (objethos@gmail.com) e está no Twitter (http://twitter.com/objethos). 

13 de mai. de 2010

Um trabalho digno de nota

Bueno, passado o mistério, e tendo sido realizado, após uma campanha aos meus olhos muito bem feita, o lançamento, eis a hora de apresentar o primeiro Unicom de 2010, jornal-laboratório do Curso de Comunicação da Unisc, desenvolvido em uma perspectiva interdisciplinar, convergente e multimídiática a partir da disciplina de Produção em Mídia Impressa, que leciono.

O resultado vocês conferem por aqui, em PDF.


Mas devo dizer, para além da constatação que ele ficou lindo, claro, que foi um dos trabalhos mais marcantes, por bom, desde que comecei a lecionar, logo ali atrás, em 2002. Basicamente porque, como vocês podem constatar na foto aí debaixo, somos bem poucos nessa discplina. Mas o que falta em quantidade sobra em qualidade, e os resultados estão aí para quem quiser vê-los.

Essa edição foi muito importante, também, porque reuniu, em um mesmo propósito, alunos de todas as habilitações do Curso de Comunicação da Unisc: relações públicas, publicidade e propaganda, produção em mídia audiovisual, mais a moçada do tecnólogo em fotografia.

Ou seja, recriou, no ambiente acadêmico, uma situação muito próxima ao que temos no mercado de trabalho, permitindo, de um lado, que todos exercitassem suas competências, enquanto que, de outro, experimentassem novas possibilidades a partir de um produto, neste caso o Unicom.

Um trabalho digno de nota, enfim.

Abaixo, a "comissão de frente" do Unicom.


Da esquerda para a direita,eu,Pedro Piccoli Garcia, Luana Backes, Rosibel Fagundes, Henrique Scherer, Vanessa Kannenberg,Marília do Nascimento e João Caramez. Está faltando,ainda, Patrícia Parreira. E fico devendo o crédito da foto.

8 de mai. de 2010

Jornalismo como prática de convergência

A moçada da Unisc, onde leciono, está jogando o maior bolão quando o assunto é jornal-laboratório.

Mais que isso: quando o assunto é jornal-laboratório e aprender em uma perspectiva convergente, caso do Unicom.

Acesse o CONVITE no seu navegador e saiba como participar do lançamento da primeira edição 2010/1 do Unicom, realizado a partir da disciplina de Produção em Mídia Impressa, sob minha responsabilidade.

Abaixo, o cartaz, também ele um convite.

I Seminário Ensino de Jornalismo

Cheguei ao post que repido abaixo por meio do @MDCLUTP, no twitter do blog MCDL - Linha de pesquisa estratégias midiáticas e práticas comunicacionais.

Sobre o I Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, a ser realizado dias 26 e 27 de agosto em Florianópolis, na UFSC.

O post:

A Rede PROCAD "O Ensino de Jornalismo na Era da Convergência Tecnológica – Matrizes curriculares, planos de ensino e demandas profissionais", formada por professores da UFBA, UFSB, USP e TUIUTI e financiada pela CAPES, promove nos dias 26 e 27 de agosto de 2010 o I Seminário Nacional de Ensino do Jornalismo, na Universidade Federal de Santa Catarina.

Podem submeter trabalhos pesquisadores que investigam as seguintes temáticas: ensino de jornalismo e novas tecnologias, ensino de jornalismo em tempos de convergência, projetos pedagógicos, metodologias de ensino, formatação de grades curriculares, entre outros.

Os trabalhos, acompanhados de resumo de dez linhas em espaço 1 e cinco palavras-chave, devem ser escritos em New Times Roman, corpo 12 e espaçamento 1,5, com extensão máxima entre 30 e 35 mil caracteres, incluída a bibliografia.

As referências completas devem vir ao final do trabalho. As citações até três linhas podem ser inseridas no corpo do trabalho. Citações acima deste limite devem ser destacadas no texto, em corpo 10, com espaçamento 1.

Serão selecionados, no máximo, 32 trabalhos para apresentação no I Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo. O Seminário será a base do livro anual da Rede PROCADJOR que será lançado no final do ano de 2010.

A data limite para o envio de trabalhos para seleção é 30 de Junho de 2010. O resultado da seleção será comunicado aos pesquisadores até 15 de Julho de 2010.

O Comitê Científico do I Seminário Nacional de Ensino do Jornalismo está constituído pelos membros das equipes PROCAD: Álvaro Larangeira, Adriana Amaral, Beth Saad, Claudia Quadros, Elias Machado, Francisco Karam, Graciela Natansohn, Kati Caetano, Malu Fontes, Marcos Palacios e Tattiana Teixeira.

Mais informações podem ser obtidas na página do PROCAD ou com os coordenadores locais Elias Machado (machadoe@cce.ufsc.br) e Tattiana Teixeira (tattianaufsc@gmail.com).

25 de abr. de 2010

Deu tudo certo em Recife

De volta do Recife, em meio a uma gripe braba e de malas prontas para nova viagem (amanhã cedo, para Santa Maria), escrevo para dizer que deu tudo certo em Pernambuco.

Ou seja, que o 13º Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo (13º ENPJ) foi muito bom e que rendeu frutos os mais diversos, a maior parte deles ligados ao jornalismo e suas formas.

Como há havia antecipado, faço parte agora da diretoria eleita para o biênio 2010/2014, na condição de vice-diretor Editorial e de Comunicação do FNPJ, na chapa "Em defesa da formação jornalística".

Abaixo, pelas mãos gentis de Rogério Christofoletti, a foto oficial da posse:

Carta do Recife reafirma regulamentação

A assembleia de encerramento do 13º Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo (ENPJ) aprovou, na sexta-feira, 23 de abril, a Carta do Recife.

Nela, é reiterada, principalmente, a necessidade de criação de mecanismos para a regulamentação profissional da profissão.

Abaixo, a íntegra do texto.

Carta do Recife em Defesa da Formação Jornalística Superior

"Diante dos crescentes impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal que, em 17 de junho de 2009, aboliu a exigência de formação universitária específica para o exercício do Jornalismo, os participantes do 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ), realizado na Universidade Católica de Pernambuco, no Recife, entre os dias 21 e 23 de abril de 2010, reafirmam a urgente criação de mecanismos de regulamentação profissional ao Jornalismo.

"Em uma realidade marcada pelo oligopólio do controle dos principais meios de comunicação, seja em níveis regionais ou nacional, a regulamentação se torna um fator imprescindível para assegurar a produção de um jornalismo plural e pautado por interesses públicos. O desafio de ampliar a luta intransigente em defesa da formação universitária específica para o exercício do Jornalismo é um compromisso, urgente, de estudantes, docentes e profissionais da área, bem como dos setores da sociedade civil organizada.

"Neste contexto, a proposta de criação de Novas Diretrizes Curriculares ao Ensino de Jornalismo – elaborada por comissão de especialistas nomeada pelo MEC, em 2009, –precisa ser urgentemente aprovada, possibilitando assim o fortalecimento do ensino e a formação profissional específica. Os participantes do 13º ENPJ defendem, assim, a imediata aprovação de diretrizes próprias ao ensino de Jornalismo, criando condições concretas para padronizar indicadores de qualidade e compromisso na formação universitária da profissão.

"Numa perspectiva mais ampla, no âmbito da defesa do direito humano à comunicação, os professores de Jornalismo entendem que é fundamental dar conseqüência às decisões da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, especialmente no que tange à implantação do Conselho Nacional de Comunicação. É urgente estabelecer debate público que contribua para a definição de um novo marco regulatório, que inclua dispositivos da extinta Lei de Imprensa e se torne instrumento capaz de regular o funcionamento e democratizar o acesso à mídia no Brasil.

"Em outro aspecto, a existência dos mais de 400 cursos de graduação em Comunicação Social-Habilitação em Jornalismo demanda mais investimento e atenção, por parte dos gestores, seja no que diz respeito a espaço, infraestrutura laboratorial ou quadro docente, demonstrando a compreensão estratégica que a formação jornalística pode propiciar à conquista de cidadania, a partir da oferta de uma informação plural e preocupada com as demandas sociais, e não mais meramente mercadológica.

"Por fim, os participantes do 13º ENPJ cobram imediatas providências das autoridades responsáveis (judiciário, legislativo e executivo) frente às constantes ameaças que vem comprometendo o exercício do Jornalismo, com agressões verbais e físicas a profissionais da área, feitas por alguns poucos que se sentem tão à vontade para agir à revelia da legislação que ousam responsabilizar jornalistas quando estes divulgam o que não lhes agrada. Tais ameaças à democracia precisam ter um basta e isso é responsabilidade dos setores do poder público.

Recife, Pernambuco, 23 de abril de 2010".

20 de abr. de 2010

FNPJ elege sua nova direção dia 22

A Comissão Eleitoral designada para conduzir o processo de renovação da diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), dia 22 de abril de 2010, durante o 13o Encontro do FNPJ, em Recife (PE), comunica que apenas a chapa de número 01, “FNPJ Gestão 2010-12 - Em defesa da Formação Jornalística”, presidida pelo professor Sérgio Gadini, efetivou inscrição para as eleições do Fórum.

A comissão eleitoral foi composta por Aline Maria Grego Lins (presidente), Sérgio Murillo de Andrade e Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior (membros).

Abaixo, os nomes que compõem a chapa Em defesa da Formação Jornalística:

Presidente: Sérgio Luiz Gadini (UEPG/PR)
Vice-presidente: Mirna Tônus 9UFU/MG)
Secretaria-Geral: Ricardo Mello (UNICAP/PE)
Segundo Secretário: Edson Spenthof (UFG/GO)
Tesoureiro: Silvio Melatti (IELUSC/SC)
Segunda-tesouraria: Sandra Freitas (PUC/MG)
Diretoria Científica: Socorro Veloso (UFRN/RN)
Vice-diretoria Científica: Marcelo Bronosky (UEPG/PR)
Diretor Editorial e de Comunicação: Paulo Roberto Botão (UNIMEP/SP)
Vice-diretor Editorial e de Comunicação: Demétrio de Azeredo Soster (UNICS/RS)
Diretor de Relações Institucionais: Gerson Martins (UFMS/MS)
Vice-diretor de Relações Institucionais: Juliano Carvalho (UNESP/SP)

Diretorias Regionais:
Norte I: Cynthia Mata (TO)
Norte II: Lucas Milhomens(UFAM/AM)
Nordeste I: Mônica Celestino (FSBA/BA)
Nordeste II: Fernando Milanni (UEPB/PB)
Sudeste I: Erivam de Oliveira (UFV/MG)
Sudeste II: Lenize Villaça Cardoso (Mackenzie/SP)
Sul I: Tomás Barreiros (FACINTER/PR)
Sul II: Jorge Arlan Pereira (UnoChapecó/SC)
Centro-Oeste I: Samuel Pantoja Lima (UnB/DF)
Centro-Oeste II: Álvaro Fernando Ferreira Marinho (FIAVEC/MT)

Conselho Consultivo:

Antônio Francisco Magnoni (Unesp/SP)
Boanerges Lopes (UFJF/MG)
Franklin Valverde (UniRadial/SP)
Joaquim Lannes (UFV/MG)
Josenildo Guerra (UFS/SE)
Leonel Azevedo de Aguiar (PUC?RJ)
Valci Zucoloto (UFSC/SC)

Conselho Fiscal:

Marcel Cheida (Puc/Camp/SP)
Sandra de Deus (UFRGS/RS)
Victor Gentilli (UFES/ES)

8 de abr. de 2010

Letra impressa

Os ensaios contidos em Letra impressa: comunicação, cultura e sociedade (Sulina, 2009), organizado por Eduardo Granja Coutinho e Márcio Souza Gonçalves, estão agrupados em dois eixos temáticos.


No primeiro - História, comunicação e impresso - são articuladas as áreas da comunicação e da história.

O segundo eixo - Impresso, cultura e subjketividade - observa a relação homens e textos em uma perspectiva de produção de efeitos midiáticos.

Juntas, nas palavras dos organizadores, as entradas propõem uma reflexão acerca da relevância e dos impactos socioculturais que se estabelecem a partir da cultura da palavra escrita, seja ela na forma de átomos ou dígitos.

Na palavras de Muniz Sodré, autor do posfácio, a busca é por "(...) respostas para aspectos ainda indeterminados do transe de passagem da velha e estável cultura das letras para a aparente fugacidade dos bytes nas novas tecnologias da informação e do texto".

Escrevem no livro Eduardo Granja Coutinho, Márcio Souza Gonçalves, Roger Chartier, José Manuel Rebelo, Tania Maria T. B. da Cruz Ferreira, Marisa Midori Deaecto, Ana Paula G. Ribeiro, Igor Sacramento, Marco Roxo, Maria Augusta Babo, Nízia Villaça, Henri-Pierre Jeudy, José Luiz Aidar Prado, Paulo Vaz, Aníbal Bragança e Gabriela Mello