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8 de mai. de 2010

Jornalismo como prática de convergência

A moçada da Unisc, onde leciono, está jogando o maior bolão quando o assunto é jornal-laboratório.

Mais que isso: quando o assunto é jornal-laboratório e aprender em uma perspectiva convergente, caso do Unicom.

Acesse o CONVITE no seu navegador e saiba como participar do lançamento da primeira edição 2010/1 do Unicom, realizado a partir da disciplina de Produção em Mídia Impressa, sob minha responsabilidade.

Abaixo, o cartaz, também ele um convite.

26 de jul. de 2009

Resenha comenta Cultura da Convergência


Recebo, via Twitter (@andrelemos RT @Cibercidade), notícia dando conta que o blog do Grupo de Pesquisas em Cibercidades (GPC) publicará, periodicamente, resenhas produzidas pelos integrantes do grupo.

O primeiro texto é assinado por Luiz Adolfo de Andrade e observa o livro “Cultura da Convergência”, de Henry Jenkins, que coordenada o Programa de Estudos de Mídia Comparada do Massachusets Instituct of Tecnology (MIT) e assina várias trabalhos que investigam a relação entre as midias e a cultura popular.

À medida que novos textos forem publicados, diponibilizarei neste espaço. Abaixo, trecho da resenha.

"Em Cultura da Convergência, Henry Jenkins, propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação. O autor analisa o fluxo de conteúdo que perpassa múltiplos suportes e mercados midiáticos, considerando o comportamento migratório percebido no público, que oscila entre diversos suportes em busca de novas experiências de entretenimento. Jenkins fundamenta seu argumento em um tripé composto por três conceitos básicos: convergência midiática, inteligência coletiva e cultura participativa. Inteligência coletiva refere-se à nova forma de consumo, que tornou-se um processo conjunto e pode ser considerada uma nova fonte de poder. A expressão cultura participativa, por sua vez, serve para caracterizar o comportamento do consumidor midiático contemporâneo, cada vez mais distante da condição receptor passivo. São pessoas que interagem com um sistema complexo de regras, criado para ser dominado de forma coletiva. Por fim, a ideia de convergência proposta pelo autor não é pautada pelo determinismo tecnológico, mas fundamentada em uma perpectica culturalista. Neste sentido, ao longo das páginas, Jenkins vai articular três noções fundamentais de seu argmento: a convergência midiática como processo cultural e não tecnológico; o modelo da narrativa transmidiática como referencial da noção de convergência; o conceito de economia afetiva, que serve para pensar o comportamento de consumidores e produtores na contemporaneidade".

O texto completo da resenha você confere por aqui.

19 de ago. de 2008

A fotografia e a convergência midiática

Não sei ao certo por meio de que caminhos, mas a verdade é que cheguei a um artigo bem interessante, - A fotografia e a convergência dos meios de comunicação -. assinado por José Cordeiro, da Arfoc de São Paulo. Ao analisar o panorama das transformações (ou metamorfoses) que estão ocorrendo no panorama midiático, observa que a convergência das mídias para o repórter-fotográfico começará pela habilidade em contar histórias, sem as limitações da diagramação e do papel. "A fotografia tem um grande futuro na multimídia. A prova disso é que um dos produtos que tem mais sucesso na internet, nos jornais são as galerias fotográficas, muitas delas com áudio, são as galerias fotonarrativas". Quem faz a avaliação, ainda segundo o artigo, é Alberto Cairo, jornalista e professor de infografia na University of North Carolina (EUA) e colaborador em projetos do New York Times. O sujeito esteve em São Paulo para um curso destinado a editores de jornais. "Docente de uma área que interage com vários gêneros de informação, Alberto indica aos fotojornalistas a necessidade do conhecimento das técnicas de áudio e vídeo, que devem ser vistas como complementares às edições fotográficas".