19 de fev. de 2009

Momento família II


Mais um momento-família: no registro, eu, Fabi, Verônica e Pedro; ela aos 13; ele, com sete meses. Lindos, cada um a seu modo. Foi feito em um estúdio aqui de Santa Cruz mesmo, esta semana.

Blog acompanhará cerimônica do Oscar

Repassando o convite de meu amigo Pedro Picolli Garcia: "A premiação mais importante do cinema está chegando. E já que a tv aberta não vai transmitir o Oscar, a melhor opção é acompanhar a cobertura especial com Pedro Garcia (RS - Estalos de Cinema) e Geo Euzebio (RJ - Na Periferia da Cinelândia). A partir das 22h do próximo domingo, você encontra todos os detalhes da festa em um bate-papo informal, divertido e crítico. Basta acessar o blog No Saloon. Contamos com a participação de todos!"

17 de fev. de 2009

Austrália, o engodo

Tipo assim: o filho nasce; a vida social de papai e mamãe despenca barranco abaixo, o bebê cresce um pouquinho, fica (mais) lindinho, (mais) sociável, e ele, o casal, finalmente contrata uma babá e vai ao cinema. Isso em plena segunda-feira. O filme escolhido - sugestão de papai - é estiloso: um épico ambientado na Austrália de antigamente, dirigido por Baz Luhrmann e com Nicole Kidman e Hugh Jackman (o Volverine, de X-Man) no elenco.
Três horas depois, literalmente, papai e mamãe, ela com dor de cabeça e morrendo de saudades de seu bebê; ele com os testículos inchados, chegam à conclusão que o filme é ruim. Papai é mais radical: sai do cinema achando que o diretor ou a) estava bêbado; ou b) estava com preguiça; ou, ainda, em decorrência de a) e b), e aí chegamos à opção c), quis fazer todos os filmes de sua vida em um só e aí misturou tudo o que conseguiu em uma mesma película, como se mundo efetivamente fosse se acabar. Um lixo, enfim.
Bueno, há quem diga, caso do site e-pipoca, que Austrália é bom e "(...) mescla, em um mesmo contexto, filmes como "Entre Dois Amores" e "E o Vento Levou". Não assisti "Entre dois amores", mas acho um desrespeito com "E o vento levou" fazer este tipo de comparação. Vejam com seus próprios olhos e depois me digam.
Em tempo: salvo um chororô básico, o bebê se comportou bacana com a nova babá.

16 de fev. de 2009

Guilherme Fiúza estará na Unisc

Moçada, o semestre ainda não se iniciou oficialmente mas as boas novas nos atropelam: dia 16, a aula inaugural da Unisc será com o jornalista Guilherme Fiúza (o currículo está aí embaixo). Para quem não se deu conta, é o mesmo Fiúza que freqüentou as páginas da edição do ano passado da Exceção, cujo conteúdo pode ser baixado por aqui em PDF. O trabalho mais conhecido de Fiuza é o livro "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004), também em filme, com Selton Melo e Cleo Pires.
O currículo do rapaz: Guilherme Fiuza, jornalista formado pela PUC-RJ, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de maio de 1965. Desde 1987 atua como repórter, editor e articulista. Trabalhou em "O Globo", no "Jornal do Brasil", no site "No". e assinou um blog de política em "NoMínimo", classificado entre os dez mais lidos do país. Assina um blog na revista "Época" (www.guilhermefiuza.com.br).
É autor dos livros "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004, 8ª edição), que deu origem ao filme assistido por 2 milhões de espectadores, "3.000 dias no bunker" (Record, 2006, 3ª edição), sobre os bastidores do Plano Real, e "Amazônia, 20º andar" (Record, 2008), a história real de uma mulher que saiu da cidade para tentar salvar a floresta e ganhou o mundo.
Eu estarei lá. E vocês?

Relógio biológico

O que faço acordado desde às 6 horas na última segunda-feira de minhas férias? Pergunte a quem bolou o horário de verão.

12 de fev. de 2009

Pedro, Verônica e o sorvete

11 de fev. de 2009

O som do Pasquim

Para quem ainda não o fez, sugiro a leitura de O som do Pasquim (Desiderata, 2009), recém saído do prelo. Resumidamente, o que Tárik de Souza fez foi organizar algumas das entrevistas mais significativas com músicos publicadas pelo Pasquim. Dentre estas, destaco a de Waldik Soriano, pelo grau de animalidade da pessoa em questão; Raul Seixas, pelo nível de delírio do moço; e Chico Buarque de Holanda, pela chatice (a impressão que ficou é que Jaguar, Ziraldo e cia estavam mais afim mesmo era de puxar o saco do bonitão, que, por sinal, exigiu refazer a entrevista porque aquela que ele deu à época do Pasquim estava "defasada". Haja paciência. Li o livro para preparar a disciplina de Técnicas de Reportagem, que leciono na Unisc, mas o conteúdo também se aplica para quem quiser trabalhar entrevista, jornalismo especializado ou pura e simplesmente ter algo de interessante para ler neste finalzinho de férias.

9 de fev. de 2009

Não é bela a minha família?

Almoço em família, ontem, no restaurante do Parque da Gruta, em Santa Cruz do Sul. Ao meu lado, Verônica; a Fabi no canto direito e, ao pé da foto, Pedro. Come-se basicamente carne e saladas por lá. Muito de tudo.

8 de fev. de 2009

Que saco este meu pai!

O dia em que perdi meu primeiro bebê

Verônica, minha filha, está passando o mês de fevereiro de suas férias aqui em Santa Cruz, comigo, a Fabi e o Pedro. Outro dia, na tentativa de tirá-la um pouco da frente do computador (são muitos os afazeres, cês sabem: webnovelas, fakes, orkutes etc.), saímos para caminhar em uma trilha bem bacana do Parque da Gruta dos Índios, aqui perto. Três mil quatrocentos e quarenta e dois queixumes depois, chegamos finalmente no tablado que existe junto a uma pequena cachoeira no parque, onde usualmente alongamos os músculos para a volta. Consta que, no local, um casal estava, digamos assim, transando. De forma discreta, é bem verdade, mas transando. (Usem a imaginação, por favor...). Ao perceber a situação (olhos de jornalistas são complicados, cês sabem; vêem depois da curva), e sem querer cortar o barato de ninguém, pedi a Verônica que parasse e sugeri que fizéssemos o alongamento onde estávamos. Ela, o rosto preocupado, topou na hora.
Tentarei traduzir o diálogo que veio em seguida:
- Pai, tu viu o que eles estavam fazendo?
Me fiz de salame.
- Não. O que era?
- Pai, por favor! Eles estavam t-r-a-n-s-a-n-d-o!!!!!
- Pois, é... Mas tudo bem, né? - Tentei contemporizar. - Eles têm o direito de fazer o que quiserem, ainda que eu não ache o lugar e a hora dos mais adequados...
A moçoila, no alto de seus 13 para 14 anos, ficou quieta por alguns segundos, refletindo. Até sentenciar:
- É, vai ver que eles se excitam fazendo isso no meio do mato.
Não lembro a hora, o dia ou o local, mas o fato é que, em algum lugar do caminho, perdi meu primeiro bebê.

6 de fev. de 2009

Introdução às teorias da cibercultura

O fato de eu ter concluído meu doutorado, cês sabem, não significa que se encerrou o trabalho. Pelo contrário: a parte boa começa agora. Considero a titulação uma espécie de momento inicial de pesquisa, evidentemente mais avançado que o mestrado, porque em nível de doutorado, e desta vez livre de constrangimentos tais como prazos a serem cumpridos e pagamentos exorbitantes de mensalidades (estou entre os que pagaram - e caro, R$ 1,2 mil ao mês - seu curso, o que exigiu, entre outros, que eu trabalhasse em três empregos), para ficarmos em dois.
Neste sentido, acabo de ler o Introdução às teorias da Cibercultura, de Francisco Rüdiger (Sulina, 2004). A leitura está inserida em um projeto cujo conteúdo eu adiantarei assim que estiver mais formatado. Bueno, por hora posso dizer que se trata de um livro essencial para que quiser compreender um pouco mais o que significa cibercultura, em especial no que a compreensão têm de revisão bibliográfica. Digo essencial porque o autor consegue se desvincilhar dos determinismos e avançar no sentido de entender o fenômeno da cibercultura como de natureza cultural, portanto complexo. Penso que Rüdiger peca, no entanto, à medida que observa a cibercultura em si, ou seja, não propõe cruzamentos com teorias coevas a ela, ainda que o faça com as que lhe deram origem. Refiro-me à midiatização, por exemplo, ou a instauração de uma nova ambiência a partir de uma profunda imersão tecnológica da sociedade.
Em tempo: "A cibercultura, vale lembrar, não é uma coisa, uma emanação da máquina, nem a totalidade dos conteúdos agenciada pelos maquinismos informacionais de vanguarda. O entendimento esclarecido da coisa se encontra quando a vemos como uma realação entre nossa capacidade criadora e sua materialização tecnológica em operações e maquinismos. A cibercutura é o movimento histórico, a conexão dialética, entre o sujeito humano e suas expressões tecnológicas, através da qual transformamos o mundo, e, assim, nosso próprio modo de ser interior e em dada direção (cibernética)". (RÜDIGER, 2004, p. 71).

4 de fev. de 2009

Desventuras do bebê-aranha

Se eu (ainda) acreditasse em Deus, diria que ontem ele deu uma força ao Pedro. Ocorre que o moçoilo, no alto de seus seis meses, - e não obstante o mundaréu de travesseiros e cobertores que o cercavam sobre a cama -, conseguiu despencar de uma altura de uns 70, 80 centrímetros; talvez mais. Foi assim: eu e a Fabi estávamos no escritório quando ouvimos um barulho estranho no quarto. Como 1 + 1 geralmente redunda em 2, voamos para lá. Eis que encontramos o rapazinho de bruços sobre o travesseiro, no chão. Rindo. Tenho cá comigo que o moleque gostou da brincadeira. E sinceramente duvido que este evento tenha alguma relação com o fato de ele estar vestido de homem-aranha. Neste caso, bebê-aranha.

3 de fev. de 2009

E lá se foram três quilos...

Boas e más notícias: acabo de voltar da nutricionista, passados 15 dias desde a primeira consulta. Houve evoluções evidentes, a saber:
1 O peso passou de 102,89 para 99,81 quilos.
2 A cintura reduziu de 107 para 102 centímetros.
3 O quadril baixou de 107 para 104 centímetros.
Ou seja, estamos evoluindo. Esperava chegar a 95 quilos, mas a Viviane, minha nutri, disse que podemos chegar a 90 quilos sem problemas. Então tá. Esta é a boa notícia.
A notícia ruim é que a etapa de desintoxicação da reeducação alimentar, onde me encontro neste momento, segue por mais 15 dias. Assim, vocês vão me dar licença, mas preciso fazer meu chá de casca de noz pecã.

MBA em mídias digitais

De meu amigo Rogério Christofoletti, da Univali, por e-mail: "Gente, estão abertas as inscrições para o MBA em Mídias Digitais. O curso é de pós-graduação e deve começar em abril. Alunos e ex-alunos da Univali têm descontos especiais". O MBA possui uma comunidade do orkut. Entre por aqui.

2 de fev. de 2009

Seis revelações sobre mim

Esta brincadeira chegou a mim por meio de minha amiga Tattiana Teixeira, do Almanaque, e eu agora repasso. A idéia é tornar público seis revelações de cunho pessoal. Vamos lá:
1 No dia seguinte ao primeiro beijo, lá pelos 13, tive aftas. Por um bom tempo segui acreditando que a culpa foi da menina.
2 À época teria sido mais fácil fazer um camelo passar pelo buraco de uma agulha que eu aprender, ainda no colégio, que antes de P e B vai M e não N.
3 Descendente de italianos por parte de pai, já matei muitos passarinhos em minha infância e parte da adolescência. E os devorei com polenta. Uma delícia.
4 Adorava esmagar pintinhos quando era pequeno.
5 O primeiro filme que assisti na televisão foi Tarzan. A televisão, em PB, era uma Caravele.
6 Uma vez tomei um porre e enfiei o pé em um buraco. Segundo amigos que estavam comigo, passei o resto da noite gritando que havia perdido o pé.
Tendo de passar a outros blogueiros, faço-o à Fabiana Piccinin (De Esperanças); ao Guilherme Póvoas (Blog do Póvoas); e à Júlia Sizinando, (Resto de Toco).