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19 de abr. de 2009

Verônica desta vez pegou leve

Minha filha, Verônica, cês sabem, no alto de seus 13 para 14 anos, está se notabilizando em fazer perguntas, digamos assim, embaraçosas do ponto de vista de um pai. E isso invariavelmente ocorre quando estamos na estrada. Mas na sexta-feira, quando trazia a moleca de São Leopoldo, onde mora com a mãe, para Santa Cruz do Sul, onde eu moro, ela decidiu pegar leve. Sua dúvida era porque os motéis sempre estão localizados em lugares escondidos, tipo meio do mato. Apenas isso.

12 de fev. de 2009

Pedro, Verônica e o sorvete

8 de fev. de 2009

O dia em que perdi meu primeiro bebê

Verônica, minha filha, está passando o mês de fevereiro de suas férias aqui em Santa Cruz, comigo, a Fabi e o Pedro. Outro dia, na tentativa de tirá-la um pouco da frente do computador (são muitos os afazeres, cês sabem: webnovelas, fakes, orkutes etc.), saímos para caminhar em uma trilha bem bacana do Parque da Gruta dos Índios, aqui perto. Três mil quatrocentos e quarenta e dois queixumes depois, chegamos finalmente no tablado que existe junto a uma pequena cachoeira no parque, onde usualmente alongamos os músculos para a volta. Consta que, no local, um casal estava, digamos assim, transando. De forma discreta, é bem verdade, mas transando. (Usem a imaginação, por favor...). Ao perceber a situação (olhos de jornalistas são complicados, cês sabem; vêem depois da curva), e sem querer cortar o barato de ninguém, pedi a Verônica que parasse e sugeri que fizéssemos o alongamento onde estávamos. Ela, o rosto preocupado, topou na hora.
Tentarei traduzir o diálogo que veio em seguida:
- Pai, tu viu o que eles estavam fazendo?
Me fiz de salame.
- Não. O que era?
- Pai, por favor! Eles estavam t-r-a-n-s-a-n-d-o!!!!!
- Pois, é... Mas tudo bem, né? - Tentei contemporizar. - Eles têm o direito de fazer o que quiserem, ainda que eu não ache o lugar e a hora dos mais adequados...
A moçoila, no alto de seus 13 para 14 anos, ficou quieta por alguns segundos, refletindo. Até sentenciar:
- É, vai ver que eles se excitam fazendo isso no meio do mato.
Não lembro a hora, o dia ou o local, mas o fato é que, em algum lugar do caminho, perdi meu primeiro bebê.

25 de out. de 2008

Família linda a minha, não?

A foto em questão foi "tirada" no escritório aqui de casa, dia desses do mês de outubro. Vamos combinar, somando-se à Fabi e ao Pedro a Verônica, que mora em São Leopoldo com a mãe, trata-se de uma família bem linda esta minha, não é verdade?

16 de out. de 2008

A descoberta de Verônica

O telefone toca por volta das 22 horas de uma quarta-feira qualquer de Santa Cruz do Sul. Chove. Muito. É a filha, Verônica. Quer saber se posso escutar o texto que ela fez e que foi selecionado para o concurso de redação do colégio em que estuda, o Sinodal, de São Leopoldo. Claro que posso. Ouço atençamente. A narrativa fala de silêncios e partidas. Mas também de consciência e superação. Desligo o telefone e volto para o escritório. Aos 13, Verônica já descobriu o que é necessário a um escritor saber.

1 de set. de 2008

Verônica está de aniversário

A moçoila aí da foto é Verônica, minha filha querida, que estará completando seus 13 anos de vida dia 4 de setembro; esta semana, portanto.
O bolo em questão foi feito pela mãe dela, Beatriz Sallet, e pelo namorado desta, o Pan, ainda no domingo à noite, em São Leopoldo, onde moram. Longa vida à Verônica, pois, a filha que tantas alegrias tem me dado ao longo destes anos todos!