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19 de mar. de 2009

Ainda sobre o Fiúza

O Guilherme Fiúza, by Época e Meu nome não é Johny, esteve na Unisc no início da semana - segunda-feira - para a abertura dos trabalhos letivos neste primeiro semestre de 2009. Apanhei o rapaz no aeroporto por volta da meia-noite e, às 2 horas da madrugada, estávamos em Santa Cruz do Sul. Às 3h30 Pedro teve febre e às 8 horas eu precisei estar animado para a aula de Introdução à Comunicação. Meus alunos são uns santos, pois seguraram a onda.
Mas, voltando ao Fiúza, foi bem bacana a estada do moço. À tarde, oficina com a moçada que se ligou e conseguiu inscrição. À noite, palestra. Auditório lotado. Pena que a moçada ainda não tenha entendido que também se aprende a preguntar; e que é preciso, portando, exercitar também esta técnica. Mas este é outro papo.

5 de mar. de 2009

Fiúza estará na Unisc


Para quem estiver passando por Santa Cruz do Sul dia 16, segunda, haverá uma palestra (com oficina à tarde) com o jornalista Guilherme Fiúza. Os dados estão no cartaz.

16 de fev. de 2009

Guilherme Fiúza estará na Unisc

Moçada, o semestre ainda não se iniciou oficialmente mas as boas novas nos atropelam: dia 16, a aula inaugural da Unisc será com o jornalista Guilherme Fiúza (o currículo está aí embaixo). Para quem não se deu conta, é o mesmo Fiúza que freqüentou as páginas da edição do ano passado da Exceção, cujo conteúdo pode ser baixado por aqui em PDF. O trabalho mais conhecido de Fiuza é o livro "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004), também em filme, com Selton Melo e Cleo Pires.
O currículo do rapaz: Guilherme Fiuza, jornalista formado pela PUC-RJ, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de maio de 1965. Desde 1987 atua como repórter, editor e articulista. Trabalhou em "O Globo", no "Jornal do Brasil", no site "No". e assinou um blog de política em "NoMínimo", classificado entre os dez mais lidos do país. Assina um blog na revista "Época" (www.guilhermefiuza.com.br).
É autor dos livros "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004, 8ª edição), que deu origem ao filme assistido por 2 milhões de espectadores, "3.000 dias no bunker" (Record, 2006, 3ª edição), sobre os bastidores do Plano Real, e "Amazônia, 20º andar" (Record, 2008), a história real de uma mulher que saiu da cidade para tentar salvar a floresta e ganhou o mundo.
Eu estarei lá. E vocês?