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21 de fev. de 2011

Lembrança de formatura

Com Fabi, na formatura da amiga, colega e ex-aluna Luana Rodrigues (centro), sábado, em Sta Cruz do Sul.

9 de ago. de 2009

Sobre o que houve ontem à noite

Escrevo para dizer que a noite de ontem, sábado, apesar da chuva (que prossegue neste domingo, diga-se) e da gripe midiático-viral, foi particularmente importante.

Ela foi importante, em primeiro lugar, porque, nela, foi realizada a solenidade de formatura 2009/1 dos cursos de jornalismo, publicidade e propaganda e produção em mídia audiovisual da Unisc, onde também leciono. Solenidade este integrei na condição de paraninfo, honra que dividi com o professor Leonel Aires, e que foi bonita em muitos sentidos.

A noite de ontem também foi especial - e peço licença para falar particularmente do jornalismo - porque nela se graduaram alunos pelos quais tenho um carinho grande demais; que souberam compreender, ao longo de seus caminhos acadêmicos, a importância da formação universitária não apenas para o exercício da profissão, mas para a vida.

Alunos que, sobretudo, ensinaram-me muito.

Digo isso porque, ao longo dos anos que convivemos dentro e fora de sala de aula, pude perceber, no crescimento intelectual, técnico e humano de cada um deles, o campo do jornalismo se estabelecendo com vigor e propriedade já a partir da sala de aula por meio do empenho, vontade e entusiasmo dos que ontem se formaram.

E quando isso ocorre; quando há vontade criadora, o mundo torna-se melhor em todos os sentidos.

Refiro-me, nominalmente, aos agora jornalistas Gelson Santos Pereira, Roseane Bianca Ferreira, Leticia Mendes Pacheco, Sancler Ebert, Alyne Guimarães Motta; Guilherme Mazui; Marcia Muller; Daiane Balardin e Marisa Lorenzoni.

A todos vocês, mais que cumprimentos, deixo aqui meu muito obrigado.

Como disse, e como bem lembrou a Rose(ane) em seu discurso, entendo o ensino de jornalismo, em especial, como uma construção que se estabelece de forma horizontal. Ou seja, um lugar de fala onde alunos e professores são igualmente responsáveis pelo processo de aprendizado que se estabelece a partir da sala de aula, e que só pode dar certo se houver comprometimento de todas as partes nele envolvidas.

Dito isso, agradeço uma vez mais e lhes desejo muita força neste mercado de trabalho nem sempre justo, nem sempre fácil; por vezes cruel; mas, sobretudo, fértil para os que, como naquela velha canção, percebem que "quem sabe faz a hora, não espera acontecer".

Um grande abraço a todos. Saibam que eu sinto saudades de vocês desde já.

3 de abr. de 2009

Mais um momento

30 de mar. de 2009

Momento fotografia

O "momento" aí ao lado foi registrado na manhã de sábado passado, dia 27, no estúdio da produtora Etapa, de Santa Cruz do Sul. Contextualizando: sessão de fotos para a formatura de 2009/1, da qual sou paraninfo.

26 de mar. de 2009

Vida de paraninfo não é fácil

Vejam como vida de paraninfo não é fácil: a agenda aí debaixo foi pensada pela moçada que está se formando para a partir da madrugada deste sábado.
9 horas Todos devem estar na sede da Etapa (Avenida Independência, 1811) para a sessão de fotos no estúdio;
11 horas fotos externas (na Unisc e na AABB);
13h30min churrasco oferecido pela produtora.
Isso tudo, como disse, em um sábado. Bem cedo.

24 de mar. de 2009

Eis que me fazem paraninfo

Certa vez, quando eu ensaiava meus primeiros passos como professor, lá por 2002, uma amiga que se perdeu na distância dos dias disse, ao saber que eu seria o paraninfo da turma de jornalismo daquele ano na Unisc, que não poderia haver reconhecimento maior que este em uma perspectiva acadêmica. Basicamente porque nós somos, com o perdão da obviedade, professores; assim, nada mais importante a um professor que seus alunos reconhecerem seu trabalho como tal. Escrevo isso ainda embargado pela emoção, haja vista que ontem, segunda-feira, a moçada que se forma em Jornalismo na Unisc este ano convidou-me para ser paraninfo da turma 2009/1. Isso em plena aula, como mostra a foto deste post, "tirada", me informa a Rose, pela Rozana Elwanger. Torno público este registro porque amo a moçada retratada aí na foto, e os que não puderam estar no retrato. Por tudo o que eles têm sido e, com certeza, ainda serão; mas também pelo que eles têm me ensinado ao longo destes dias todos. A todos eles, então, meu muito obrigado. À medida que surgirem notícias da formatura vou repassando. Abraço a todos.