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13 de dez. de 2011

Uberlândia sediará 14º FNPJ

O FNPJ (Fórum Nacional de Professores de Jornalismo) promove de 27 a 30 de abril de 2012 o 14º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, que terá como tema “A Formação Superior como Elemento Constituinte e Legitimador do Campo do Jornalismo”. O evento será realizado na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e tem como objetivos definir propostas para a melhoria permanente da formação dos jornalistas e constituir espaço de debate entre docentes, discentes e gestores de cursos da área.

A conferência de abertura, sobre o tema central, será realizada no dia 27 de abril, às 20 horas, pelo jornalista e professor Raul Osório Vargas, professor da Universidade de Antioquia (Colômbia) e membro da equipe que está implantando o mestrado em jornalismo na referida Universidade. No mesmo dia acontecem, às 13h30, o 7º Colóquio da Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), que vai debater a autorregulamentação e a exposição de crianças e adolescentes à mídia, e às 16 horas o 10º Pré-Fórum Fenaj, que vai debater o mundo profissional dos jornalistas como conteúdo de ensino e pesquisa na universidade.

No sábado, 28 de abril, um dos destaques da programação será o 5º Encontro FNPJ de Coordenadores de Curso de Jornalismo, que terá como tema “Novas Diretrizes Nacionais dos Cursos de Jornalismo”. O debate será aberto a todos os participantes interessados no tema e terá a presença do relator da proposta de novas diretrizes no CNE (Conselho Nacional de Educação), Reynaldo Tavares, ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

No período da tarde tem início o 10º Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino e Extensão em Jornalismo. O evento é voltado à apresentação de pesquisas e comunicação científica em seis áreas: Atividades de Extensão, Ensino de Ética e Teorias do Jornalismo, Pesquisa na Graduação, Produção Laboratorial – Eletrônicos, Produção Laboratorial – Impresso e Projetos Pedagógicos e Metodologias do Ensino.

No domingo, 29 de abril, acontecem os paineis “Panorama Regional do Ensino de Jornalismo no Brasil”, às 8 horas, “Condições do Trabalho Docente no Ensino Superior em Jornalismo”, às 9h45 e “Colóquio de Agências Experimentais de Comunicação e o Estado da Arte das Agências: Brasil e Mundo”, às 11h15.
Durante o encontro também será realizada a eleição da nova diretoria do FNPJ, que toma posse em Assembleia Geral Ordinária da entidade, no dia 29, às 18h30.

Confira a programação completa por aqui.

4 de dez. de 2011

Carta do FNPJ sobre a PEC 33/2009

Segue abaixo, na íntegra, a carta do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) sobre a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 33/2009) em primeiro turno no Senado.

Aprovação da PEC 33/2009 no Senado fortalece luta pela formação jornalística

A aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 33/2009) em primeiro turno no Senado, no dia 30 de novembro, foi um importante passo em defesa da formação jornalística, a qual tem sido a base da atuação do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

A direção do FNPJ defende a formação jornalística para o exercício da profissão por acreditar que é nos cursos superiores de Jornalismo que o indivíduo se legitima como profissional, à medida que é nesse ambiente que reflete sobre a profissão em toda sua complexidade, seja por leituras, debates ou aplicação experimental de teorias na prática jornalística.

É também por isso que o Fórum de Professores aposta que a formação universitária permite ao estudante de Jornalismo, por meio de atividades laboratoriais, projetos experimentais e participação em pesquisas acadêmico-científicas, vislumbrar possibilidades de atuação no mercado não restritas aos grandes grupos de mídia hegemônica deste país, grupos estes que insistem na defesa da não exigência do diploma universitário, mais preocupados em garantir seus interesses e privilégios particulares, que pouco refletem as demandas sociais e públicas de políticas de comunicação e produção cultural. Entendem-se, pois, os motivos por que tais grupos, embora minoritários neste debate, ainda tentam justificar o fim da exigência de formação acadêmica ao exercício do Jornalismo.

A direção do FNPJ entende, assim, que foi com esta mesma preocupação que votaram os 65 senadores favoráveis à PEC, proposta pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e relatada pelo senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). A eles, o Fórum de Professores manifesta um agradecimento público. E, ao mesmo tempo, solicita atenção e apoio dos deputados federais que, em breve, devem apreciar a matéria na Câmara. É fundamental, neste momento, poder contar com mais adesões para fortalecer a Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Diploma, presidida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e criada pela deputada Rebecca Garcia (PP-AM).

Esse amplo apoio é imprescindível para que os jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo de todo o Brasil tenham condições de manter a luta pela excelência na formação profissional, compromisso público com um jornalismo de qualidade e capaz de contribuir para o acesso universal à cidadania.

A direção do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) continua, deste modo, integrando o Grupo de Trabalho coordenado pela Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e demais entidades parceiras.

FNPJ - Gestão Em Defesa da Formação Jornalística (2010-2012)

Brasília/DF, 5 de Dezembro de 2011.

2 de dez. de 2011

Diploma: nota oficial da Fenaj

Segue abaixo a nota oficial da Fenaj em relação à questão do diploma:

A aprovação da PEC do Diploma no Senado
é uma vitória dos jornalistas e da sociedade brasileira

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), os Sindicatos de Jornalistas e os jornalistas brasileiros saúdam o Congresso Nacional pela votação, ocorrida no dia 30 de novembro, no Senado, da PEC 33/2009, que restabelece a obrigatoriedade da formação de nível superior específica para o exercício da profissão.

A FENAJ identifica neste ato soberano do Senado brasileiro uma identidade indiscutível entre o parlamento nacional e a opinião pública do país, que reconhece a importância do jornalismo e da profissão de jornalista.

Em favor do fortalecimento da profissão, da qualidade do jornalismo e da democracia, a FENAJ agradece o esforço da Mesa do Senado em conduzir a votação, que foi fruto da disposição de partidos, do acordo de líderes e da mobilização de parlamentares.

A FENAJ destaca a iniciativa do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) em propor a emenda constitucional e distingue o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), por seu relatório que encaminhou para esta decisão histórica, e os líderes dos partidos que compreenderam a necessidade do restabelecimento da obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional.

A FENAJ agradece, ainda, a Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Diploma, presidida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e criada pela deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que aglutinou parlamentares -- deputados e senadores - e constituiu o ambiente para esse desenlace altamente positivo para a qualidade do jornalismo no Brasil.

A FENAJ identifica na mobilização dos jornalistas e na condução dos seus sindicatos a força que derrotou a tentativa conservadora e obscurantista de acabar com a profissão organizada e regulamentada. Esta articulação garantiu a vitória no Senado assentando, de vez, o fazer jornalístico numa profissão validada pelas instituições de ensino superior.

A FENAJ destaca, ainda, a participação dos professores, estudantes e cursos de jornalismo que aderiram a este movimento e possibilitaram a retomada da obrigatoriedade da formação universitária, algo que consideramos, sem dúvida, irreversível.

É preciso manter a mobilização para a votação do segundo turno no Senado e a continuação do processo na Câmara dos Deputados. A FENAJ, portanto, convoca seus sindicatos, os jornalistas brasileiros, as centrais sindicais e sindicatos parceiros, os cursos de jornalismo e todos aqueles que acreditam no conhecimento como forma de qualificação profissional, para um último esforço de mobilização, de forma a garantir um jornalismo de qualidade, assentado na pluralidade, na verdade e na ética profissional.

Brasília, 1º de dezembro de 2011.
Diretoria da FENAJ

1 de dez. de 2011

Senado diz sim ao diploma de jornalismo

News letter eletrônica da Fenaj informa que o Senado aprovou, ontem, por 65 votos favoráveis e 7 contrários, a PEC 33/2009, do Senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE)

O PEC 33/2009  restitui a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Trata-se de um primeiro, e importante, passo.

O próximo é a Câmara dos Deputados.


Leia a matéria na íntegra por aqui.

26 de out. de 2008

Reunião discute exigência do diploma para jornalistas

Transcrevo na íntegra, por relevante, newsletter recebida agora pela manhã da Sociedade Brasileira dos Pesquisadores de Jornalismo (SBPJor), assinata pelo presidetente, Carlos Franciscato, dando conta de reunião com o Ministro da Educação a respeito da exigência do diploma para jornalistas exercerem sua profissão. Diz o texto:
"A SBPJor, a Fenaj e o FNPJ tiveram, nesta quinta-feira, dia 23, uma audiência com o ministro de Educação, Fernando Haddad, em Brasília, para discutir a formação superior em jornalismo. Vou repassar um breve resumo das questões colocadas na reunião, particularmente as posições expressas pelo ministro acerca do tema:
1) O ministro informou que o MEC não está trabalhando com uma hipótese de formular uma proposta que substitua a formação graduada em jornalismo: “Queremos que os jornalistas continuem sendo formados em cursos de graduação, é uma área específica de conhecimento”;
2) Sua preocupação é com a qualidade do ensino em jornalismo, pois considera existirem deficiências na formação graduada. Para ele, o jornalismo é um dos quatro cursos fundamentais ao funcionamento do Estado democrático (os outros três são Medicina, Pedagogia e Direito) e, por isso, o MEC entende necessário estimular uma reavaliação das diretrizes curriculares de jornalismo;
3) O MEC avalia que esta discussão independe da votação, pelo STF, da exigência do diploma, e o Ministério não pretende se envolver nesta temática específica: “Nosso problema é de formação, não de exercício profissional”;
4) O Ministério está propondo a formação de uma comissão de especialistas para fazer uma revisão das diretrizes curriculares. Esta comissão seria formada por pessoas com duplo conhecimento sobre o jornalismo: acadêmico e profissional. SBPJor, Fenaj e FNPJ poderiam indicar nomes, a título de sugestão, para compor esta comissão, a qual elaboraria um documento a ser encaminhado ao Conselho Nacional de Educação, que deliberaria sobre as novas diretrizes. Com estas novas diretrizes, o MEC espera ter uma “métrica de qualidade” em jornalismo;
5) O MEC estuda também a possibilidade de adotar uma inovação para os cursos de graduação em geral, instituindo o que ele chamou de “dupla diplomação”: mecanismos para possibilitar que uma pessoa, ao adquirir formação em uma área de conhecimento, tivesse facilitadas as condições para obter uma segunda graduação. Para o ministro, esta fórmula poderia ser aplicada em algumas áreas da graduação, particularmente em jornalismo. A comissão poderia se debruçar também sobre esta temática;
6) Em uma rápida reunião após a audiência, as três entidades avaliaram que a audiência foi positiva e que seria adequado apresentarmos ao MEC a sugestão de uma lista conjunta para a composição desta comissão do Ministério, ressaltando que as indicações tenham um caráter de sapiência no campo acadêmico e profissional do jornalismo e sem um vínculo necessariamente institucional às entidades."

7 de set. de 2008

Fausto Wolf e Fernando Barbosa Lima estão mortos

O jornalismo brasileiro sofreu duas baixas consideráveis neste final de semana. Melhor dizendo, na sexta-feira. As passagens: Fernando Barbosa Lima e Fausto Wolff. Fausto Wolff, na verdade o pseudônimo de Faustin von Wolffenbüttel, nasceu em Santo Ângelo, em 1940. Marcou época como um dos editores do O Pasquim, no Rio de Janeiro. Escreveu vários livros, entre estes À mão esquerda, e foi professor no exterior, além de ter trabalhado em grandes jornais brasileiros. Morreu com 68 anos, de insuficiência respiratória aguda.
Já Fernando Barbosa Lima, 74 anos, morreu de falência múltipla dos órgãos. Produziu, nos anos 60, programas que marcaram época, como Jornal de Vanguarda, Preto no Branco e Sem Censura, entre outros. Nos anos 80, ainda sob o domínio da ditadura militar, ele criou e produziu o programa Abertura, no qual apresentava temas e personalidades colocados no index do regime, como o cineasta Gláuber Rocha, que mostrava um personagem popular que atendia pelo nome de Brizola, então um dos políticos mais perseguidos. Era filho de Barbosa Lima Sobrinho.
É bem verdade que não há dia que não chegue, mas, às vezes, quando chegam, os dias são chatos.

4 de set. de 2008

Comunição já possui sua federação

Recebi esta de Carlos Franciscato, presidente da SBPJor, por meio de newsletter:
"Doze entidades do campo da comunicação criaram, nesta última terça-feira, dia 2 de setembro, durante o XXXI Congresso Intercom em Natal (RN), a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (SOCICOM). A criação da Federação ocorreu em assembléia na qual foram aprovados os estatutos e constituída sua primeira diretoria. A SBPJor é uma das entidades fundadoras da entidade, estando presente na assembléia de criação por meio do seu presidente Carlos Franciscato e de Elias Machado, indicado para representar a SBPJor no processo de constituição da SOCICOM. A Federação será formada por duas principais instâncias administrativas. A primeira será a Diretoria, composta por José Marques de Melo (presidente), Ana Silvia Médola (vice), Elias Machado (diretor de relações nacionais), Margarida Kunsch (diretora de relações internacionais) e Anita Simis (diretora administrativa). A segunda instância será o Conselho Deliberativo, a ser formado por um representante de cada associação científica.Entre os objetivos da Federação estão o de fortalecer a Comunicação como campo do conhecimento, representar as associações junto às instituições públicas de ciência e tecnologia, desenvolver ações destinadas a melhorar a qualidade do ensino da graduação e pós-graduação na área e promover o diálogo com demais entidades da sociedade que atuam no campo da comunicação. A sede jurídica da SOCICOM será São Paulo".

13 de ago. de 2008

Alunos da Unisinos debatem o diploma

Ontem foi a vez de os professores e estudantes da Unisinos, onde também leciono, reunirem-se para discutir a questão do diploma de jornalismo (foto). O encontro entre alunos, professores e Sindicato dos Jornalistas, representado pelo seu presidente, José Nunes, se realizou no Auditório Central da Unisinos, que esteve lotado. Os alunos souberam fazer valer seu papel, haja vista a quantidade de perguntas interessantes que surgiram até por volta das 22 horas. Mais um belo momento nesta caminhada tão importante para a manutenção de nossa profissão.
Por outro lado, como informa Jorge Corrêa, do Sindicato, por e-mail, nesta quarta-feira ocorre o ponto alto da Semana Nacional de Luta em Defesa da Formação e Regulamentação, em Porto Alegre. Após concentração na Praça da Matriz a partir das 13h30min, jornalistas, diretores do Sindicato, professores, estudantes de Jornalismo e simpatizantes saem às 14 horas em caminhada rumo ao prédio da Justiça Federal. O roteiro se inicia na Praça da Matriz, segue pela Borges de Medeiros em direção à rua Coronel Fernando Machado, virando à direita na avenida Aureliano de Figueiredo Pinto, na rotatória seguindo pela avenida Augusto de Carvalho, virando à esquerda na rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, seguindo em direção ao prédio da Justiça Federal. Ao todo, serão 2,1 quilômetros de trajeto, e o Sindicato já recebeu autorização da EPTC.

11 de ago. de 2008

Unisc se integra na luta pelo diploma

A noite de hoje foi bem bacana na Unisc, onde também leciono. O pessoal do Sindicato dos Jonalistas Profissionais do Estado esteve reunido, em primeiro lugar, com o reitor Wilmar Thomé, e, na seqüência, com alunos e professores das três habilitações para discutir a questão do diploma. O reitor da Unisc não apenas apoiou a luta pela exigência do diploma como deu importantes sugestões aos representantes do Sindicato no sentido de ampliar ainda mais o debate entre as instituições de ensino de todo o País. Participaram do encontro na reitoria, além do reitr da Unisc, Marco Antônio Chagas, advogado e 1º tesoureiro do Sindicato; Jorge Corrêa, 2º vice-presidente, este que vos escreve, e Ângela Felippi, coordenadora do curso de Jornalismo da Unisc. Já o debate reuniu 120 alunos, bem como os professores Veridiana Pivetta, Alexandre Borges, Hélio Etges, Carlos Ayres, eu e Ângela Felippi. Ao final, 20 camisetas foram sorteadas. A foto acima é de Carolina Biscaglia, aluna.

4 de ago. de 2008

Semana gaúcha de luta pelo diploma

Repasso mensagem que recebi, por e-mail, do colega Jorge Correa (jornalista diplomado, como eu), sobre o calendário gaúcho de luta em defesa do diploma de jornalismo. Integrarei as atividades na Unisinos, Unisc e Lajeado, universidades onde leciono. E você, de que forma vai participar?

6 de agosto - quarta-feira
14h - Reunião na Universidade Católica de Pelotas - UCPel - em Pelotas, com Salvador Tadeo, primeiro secretário do Sindicato, e Carlos Machado, delegado regional.

7 de agosto - quinta-feira
17h - Reunião com o reitor da Univates e palestra sobre a obrigatoriedade do diploma em Lajeado, com Jorge Correa, segundo vice-presidente, e Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro.

11 de agosto - segunda-feira
19h - Palestra e mobilização na Ulbra, em Canoas, com José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindicato, Antônio Barcelos, diretor, e Celso Schröder, vice-presidente da Fenaj.

18h - Reunião com o reitor da Unisc e palestra sobre a obrigatoriedade do diploma em Santa Cruz do Sul, com Jorge Correa, segundo vice-presidente, e Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro.

12 de agosto- terça-feira
19h - Palestra e mobilização na Unisinos, em São Leopoldo, com José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindicato, Antônio Barcelos, diretor, e Celso Schröder, vice-presidente da Fenaj.

19h30min - Palestra no Centro Universitário Metodista / IPA, em Porto Alegre, com Léo Nuñez, segundo secretário do Sindicato.

13 de agosto - quarta-feira
14h - Ato público e caminhada em Porto Alegre.
Concentração às 14h na Praça da Matriz e caminhada rumo ao prédio da Justiça Federal, com presença da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, UEE, universidades, centros e diretórios acadêmicos.

14h - Ato público em Pelotas, com com Salvador Tadeo, primeiro secretário, e Carlos Machado, delegado regional.

19h - Palestra e mobilização na Feevale, em Novo Hamburgo, com presidente José Maria Rodrigues Nunes, segundo secretário Léo Nuñez e diretor Antônio Barcelos.

19h30min - Palestra sobre a obrigatoriedade do diploma na UPF, em Passo Fundo, com Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro, e Gilda Pinheiro, delegada regional.

18 de agosto - segunda-feira
19h - Palestra sobre a obrigatoriedade do diploma na unidade da UFSM em Frederico Westphalen, com o segundo vice-presidente Jorge Correa.

28 de jul. de 2008

A SBPJor e a obrigatoriedade do diploma

Do site da SBPJor, como se minhas fossem: "A diretoria e conselhos da SBPJor aprovaram que a entidade se posicione publicamente a favor da exigência do diploma de Jornalismo para o exercício da atividade. O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar, provavelmente no mês de agosto, uma ação que propõe o fim da obrigatoriedade do diploma de nível superior em Jornalismo para atuar na função de jornalista. A diretoria da SBPJor avaliou que a entidade científica, por ter um compromisso claro de consolidação do campo do jornalismo, não poderia estar à margem deste processo e do debate público que ele almeja. Por isso, torna pública a carta a seguir:

Carta em defesa da formação superior
em Jornalismo para o exercício profissional


A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), entidade científica que busca a promoção de estudos avançados no campo do jornalismo, reunindo 347 pesquisadores, sendo 154 doutores, vem a público manifestar sua preocupação com a possibilidade de extinção da obrigatoriedade do diploma de Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício profissional, objeto que se encontra em análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF).A SBPJor entende que a preservação da liberdade de expressão e de um fluxo informacional qualificado e plural na sociedade brasileira depende da existência e atuação de profissionais com competências específicas para garantir o cumprimento dos compromissos e responsabilidades sociais inerentes à atividade jornalística. Avaliamos que um jornalista devidamente preparado em um curso superior obtém conhecimentos que lhe capacitam para garantir a pluralidade de acesso, opiniões, ideologias, culturas e visões de mundo que devem permear o conteúdo jornalístico de um meio de comunicação social. Consideramos que a extinção da obrigatoriedade do diploma em Jornalismo para o exercício profissional abrirá a possibilidade de que pessoas sem requisitos de competência e conhecimento assumam a função jornalística, tornando esta atividade muito mais exposta às pressões e controles por aqueles que tentam desvirtuar o caráter de interesse público da informação jornalística.
Brasília, 21 de julho de 2008.
Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor)".