24 de mar. de 2010

Mesa discutirá metamorfoses em Caxias

Já se encontram disponíveis no site da Intercom a programação do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que este ano se realiza em Caxias do Sul, na Serra gaúcha,de 2 a 6 de setembro, e terá como tema “Comunicação, Cultura e Juventude”.

Estarei coordenando, dia 6 de setembro, mesa na Libercom, cujo tema será Metamorfoses jornalísticas.


A mesa, cujo objetivo é discutir as complexificações que se estabelecem no jornalismo no cenário atual, de profunda imersão tecnológica da sociedade, será composta por Carlos d'Andréa (UFV), Fabiana Piccinin (UNISC), Fernando Firmino da Silva (UEPB/UFBA), Nelia Del Bianco (UNB)

Os autores integram o livro Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração na forma (Edunisc, 2009), organizada por mim e por Fernando Firmino da Silva.

Nos encontraremos em Caxias do Sul.

23 de mar. de 2010

Uma (bela) sacada chamada Bookess

Diego Remus, amigo e um de meus primeiros alunos da Unisc, está dizendo a que veio, e bem.

Vejam (trecho do) e-mail que recebi dele, a partir da constatação que uso principalmente PDFs neste blog para disponibilizar livros:

"ao invés de hospedar em um site e fazer os leitores baixarem novamente,
que tal subir os livros para um visualizador online onde as pessoas podem simplesmente... folhear... e embedar em outros sites... e baixar se vc deixar.... inclusive em celulares.. ou no Kindle... gratuitamente ou, se vc quiser, pagando?

isso acontece na Bookess.com

um piá de 18 anos do interior do RJ, que inventou nas horas livres, conquistou investidores-anjo (capital semente + gestão) e incubadora em Floripa, apareceu na Época Negócios ao lado do Romero (do Buscapé), foi avaliado como um dos 10 melhores serviços de ebooks do mundo (pela CEO World) e uma das startups a se ficar de olho em 2010 (júri de especialistas da ResultsOn)

em outras palavras, é um SlideShare brasileiro focado não em slides com imagens, mas em páginas com texto. um dispositivo e uma rede social (de leitura).

exemplo: http://www.bookess.com/profile/diegoremus/"

Uma mostra do que Diego nos promete, por meio do Bookess.com, é o seguinte:


Legal, não?

Entra lá. Confere: http://www.bookess.com/

19 de mar. de 2010

Relatos de uma paixão

Penso que nós, jornalistas com algum tempo de estrada, temos o compromisso de deixar registradas nossas experiências, em especial aquelas que, de uma forma ou outra, dizem respeito à profissão como um todo.

Quando isso acontece, quando a memória se perpetua, à revelia do suporte que usamos, o jornalismo se qualifica mais e as novas gerações podem aprender também com a vivência de quem veio antes e para além das conversas de bar, das salas de aula e das redações.

Digo isso porque, preparando a disciplina de Jornalismo Especializado, que leciono na Unisc, deparei-me, há algumas semanas, com o livro Jornalismo esportivo: relatos de uma paixão (Saraiva, 2009), de Carlos Unzette.

Mesmo que se trate de um texto para, digamos assim, focas, estamos falando de um relato generoso sobre o que é ser setorista de jornalismo esportivo em seus mais diversos aspectos.

Mas o que eu mais gostei da leitura é que, para além dos relatos, ao final de cada capítulo Unzette retoma os principais tópicos daquela etapa e sugere exercícios práticos de assimilação.

A organização é de Magaly Prado.

Trabalharemos em aula, com certeza.

Pós em Edição inscreve até dia 23

Se você ainda não garantiu sua vaga, as inscrições para o curso de Pós-graduação Edição em Jornalismo, oferecido pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), foram prorrogadas até dia 23 de março, terça-feira. Podem se matricular jornalistas graduados ou que estejam concluindo suas graduações em 2010. As aulas se iniciam dia 9 de abril e têm duração de três semestres, em um total de 360 horas/aula.

As disciplinas serão divididas em seis módulos, com aulas ministradas por profissionais de reconhecida competência acadêmica e profissional.

O conteúdo engloba jornalismo impresso (jornais, revistas e design de capas, principalmente), digital (webjornais, blogs, microblogs, infográficos), assessoria de imprensa; jornalismo popular; rádio; imagens (telejornalismo, fotojornalismo, documentários e especiais para a televisão), aspectos organizacionais (planejamento estratégico, aspectos jurídicos administrativos e éticos) e seminários temáticos.

O que se pretende, com o pós Edição em Jornalismo é oferecer aos alunos a compreensão teórico-conceitual do que representa a edição; em especial no que a função tem de viabilizadora do processo jornalístico como um todo.

Você pode acompanhar as informações também por meio do twitter.

Maiores informações pelo site do pós.

Ou, ainda, pelo telefone (51) 3717.7300.

Eis que um novo Unicom se avizinha

A foto aí debaixo, de Christofer Dalla Lana, é da moçada encarregada de dar vida ao Unicom, jornal-laboratório do curso de Comunicação da Unisc, neste semestre.

A idéia para esta primeira edição (serão duas) é trabalhar em cima da temática hábitos, ou seja, aquelas coisas que a gente faz rotineiramente muitas vezes sem nos darmos conta.

Hábitos com sinônimo de rotina, não de patologia (TOC, por exemplo) ou desvio de conduta (tipo furtar coisas das lojas).

A julgar pelos primeiros resultados, e apesar, da digamos assim, normalidade do grupo, tudo indica que teremos (mais) um belo Unicom nos próximos dias.

Na foto, Vanessa Kannenverg; eu, Patrícia Parreira, Marília Nascimento, João Caramez e Rose Martins. Sentado, fazendo às vezes de sei lá o quê, Pedro Garcia.

18 de mar. de 2010

Focas do Q? vai a Recife

O jornal Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, publicou hoje, na página 4 da edição, matéria bem legal sobre o projeto Focas do Q?, parceria entre o curso de Comunicação da Unisc e o jornal Gazeta do Sul, por meio do suplemento jovem Q?.

A boa nova é que apresentarei o projeto na 13ª edição do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ). O evento, que reúne professores de jornalismo de todo o Brasil, realiza-se de 21 a 23 de abril, em Recife, Pernambuco.

O Focas do Q? é uma parceria muito legal entre o Curso de Comunicação da Unisc, onde leciono, e a moçada do Caderno Q?. Com essa, serão cinco edições em que os alunos, todos os semestres, encarregam-se de uma edição completa do Q?, desde a concepção até a realização do produto final.

A próxima edição deve ocorrer lá pelo final de abril.

Confira aqui a matéria que saiu na versão on-line da Gazeta.

16 de mar. de 2010

Décima edição do Diz Aí está pronta

A décima edição do jornal-mural Diz Aí, produzido pelos monitores e voluntários da Agência Experimental de Jornalismo da Unisc, acaba de ser distribuido nas salas de aula e murais da universidade.

O tema, claro, é volta às aulas.


Trabalharam na edição: Vanessa Kannenberg (diagramação), Vanessa Oliveira, Juliana Eichwald, Marília Nascimento e Luiz Bandeira.

O Diz Aí também possui um blog. Confira por aqui.

Anatomia de uma reportagem

Confesso que esperava um pouco mais desse livro, ainda que não muito.


Não que seja ruim: Anatomia da reportagem (Publifolha, 2008) é importante em especial para quem está dando os primeiros passos na sempre complicada tarefa de investigar empresas, governos e tribunais.

Basicamente porque suas páginas são permeadas por toques bem legais sobre o quê não podemos deixar de observar quando, por exemplo, tivermos de ler o balanço econômico de uma empresa.

O texto incomoda porque é apressado demais.

Vasconcelos, nele, cita caso atrás de caso; fala rapidamente de cada um e pula para o próximo, como se tivesse coisa melhor para fazer em outro lugar.

Ou seja, resume uma vida nas redações (desde 1967, na Manchete) em pouco mais de 150 magras páginas, com o perdão do adjetivo.

Mas, insisto, ainda assim vale dedicar duas ou três horas à leitura do livro.

Nem que seja para chegar ao seu final e encontrar o capítulo Notas sobre a reportagem investigava, preciosas em sua maioria.

14 de mar. de 2010

Focas do Q? será relatado no FNPJ

O domingo se encerra com uma bela nova.

Acabo de saber, por meio de e-mail encaminhado por Sandra de Deus, coordenadora do GP Atividades de Extensão do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), que o case "Focas do Q?, o jornalismo entre a academia e o mercado", será apresentado na 13ª edição do FNPJ.

O FNPJ se realiza entre os dias 21 e 23 de abril, em Recife, Pernambuco.

Trata-se de uma excelente notícia, em especial quando se avizinha a 5ª edição deste projeto tão bacana que desenvolvemos em parceria entre o curso de Comunicação da Unisc e o caderno Q?, suplemento jovem do jornal Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, onde moro.

Sobre as novas mudanças do Estadão

De uma forma geral, gostei das novas mudanças de O Estado de S.Paulo, já comentadas neste blog.

A nova tipografia, a barra de destaques da capa, as colunas mais arejadas, a valorização das fotos e o maior destaque para os articulistas sem dúvida alguma ajudarão em muito a leitura do stander, ainda que, aqui e ali, note-se vacilos difíceis de compreender.

Refiro-me, por exemplo, ao fato de, na edição deste domingo, pelo menos três matérias de abertura se iniciarem, literalmente, no esquema linha de apoio, título e foto, para somente então chegarmos à matéria propriamente dita.

Isso ocorre, por exemplo, na página A4 - Nacional, e em outros momentos da edição referida.

Significa que você, leitor, terá duas opções:

a) entrará diretamente na foto e, dela, no texto, voltando, se quiser, ao título e à linha de apoio;

b) entrará pelo título, subirá à linha de apoio (está em cima do título), dará um salto mortal, sempre perigoso, sempre arriscado, em direção ao texto, e, somente então,voltará para a foto, legenda, créditos etc.

Penso que, neste caso, o mais prudente seria abrir a página com a foto; abaixo dela, linha de apoio, título, textos etc, como, aliás, é feito em outros momentos da edição (p. C-6).

Tirando isso, e considerando-se, na análise, os cadernos, ficou muito bom, ainda que nada sugira uma inovação radical.

Outra surpresa agradável, pelo menos em se tratando de O Estado de S. Paulo, foi encontrar, na edição, não uma, mas pelo menos três reportagens de fôlego (Pesca irregular na Amazônia, p. A-20; reportagem especial sobre o PAC do Campo, p.A-12 e uma de comportamento intitulada "Um mundo chamado metrô", na C-6, Cidades/Metrópole, esta diagramada de forma correta, ou seja, foto, título, linha de apoio etc.)

Um vídeo no site do Estadão explica com mais propriedade as mudanças. Por aqui.

Falando em site, confesso que gostei mais das mudanças neste que na versão impressa.

Mais que fazer o que, a essa altura do campeonato, imagine-se que todos devam fazer, ou seja, pensar em termos de convergência quando o assunto é jornalismo em internet, a leitura está mais organizada, mais clara, sem aquela exuberância (na verdade, poluição) de informações que usualmente caracterizam as faces digitais dos jornais.

Falarei sobre este aspecto em outro momento.

Por ora, vejam com com seus próprios olhos como ficou.

Seleção ao Focas do Q? se inicia terça

Na semana que entra, mais especificamente na terça, 16, e na próxima quinta-feira, 26, nos turnos da manhãe da noite, realizaremos o processo seletivo do projeto Focas do Q?/Unisc, agora em sua quinta edição.

Com isso, abrimos a temporada 2010/1 de jornais-laboratório dentro e fora da sala de aula.

Trata-se, o Focas do Q?, de um projeto que leva um grupo de alunos, todos os anos e pelo período de um mês, para dentro do jornal Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul.

A idéia é que o grupo resolva, nesse espaço de tempo, uma edição inteira do Caderno Q?, suplemento jovem da Gazeta do Sul; isso desde a pauta até o produto final, exercitando, em meio a um e outro ponto, todas as linguagens possíveis.

A seleção será na Agência Experimental de Jornalismo.

13 de mar. de 2010

Jornalismo sobre investigação

Eis um lançamento relevante quando o assunto é compreender o que se estabelece com os gêneros jornalísticos nos dias que se seguem, neste caso as reportagens ditas investigativas.

Ou seja, que requerem investigação para se estabelecerem como tal.


O que o jornalista Solano Nascimento nos oferece é mais que uma síntese, digamos assim, palatável de sua tese de doutorado, pela UnB, ainda que o seja.

Quer me parecer que o que está posto em Os novos escribas: o fenômeno do jornalismo sobre investigações no Brasil (Arquipélago, 2010), é que há mudanças em andamento no cenário jornalístico e que elas precisam de conceituação para serem compreendidas em sua extensão.

Refiro-me também, mas não apenas, à constatação, na pesquisa realizada por Solano, que o constructo "jornalismo sobre investigação" passa a dividir espaço na mesmo proporção com seu par "jornalismo investigativo".

No primeiro caso, trata-se do jornalismo que se estabelece a partir do que outros investigam, cada vez mais freqüente. No segundo, a partir do trabalho que os próprios jornalistas realizam.

Pesquisa de fôlego, realizada a partir da análise de conteúdo em edições das revistas Veja, IstoÉ e Época que circularam nos anos em que houve disputa eleitoral desde a abertura. Mas também de entrevistas com jornalistas de todo o país.

Sobretudo importante para dentro e fora das salas de pesquisa e aula.

E que me faz observar, uma vez mais, que o sistema midiático-comunicacionais, ao estabelecer relações com outros sistemas pelo viés da irritação, reconfigura seus próprios cenários comunicacionais, estabelecendo, nesse movimento, novas gramáticas operacionais, de natureza discursiva.

Mas essa já é outra pesquisa.

Leiam o livro.

No site da editora é possível ler o prólogo e trecho do primeiro capítulo via fullscreem.

12 de mar. de 2010

A quanto tempo você sente medo?

Muitos de vocês não sabem quem foi o cara da foto aí debaixo.


Talvez você ligue a pessoa ao nome por meio de tirinhas como essa daí:


O nome dele era Glauco Villas Boas, cartunista brasileiro. Dos bons.

Consta que ele e seu filho, Raoni, de 25 anos, foram assassinados a tiros essa madrugada em algum lugar desse Brasil.

Com eles, morremos todos um pouco mais.

A eles, e aos que, como você, não sabiam de nada, dedico este clipe do Paralamas.

Chama-se "O calibre", e, na minha opinião, tem tudo a ver.

11 de mar. de 2010

Jornalismo no início do século XXI

A quem interessar possa: acabo de ser informado, por meio do amigo e colega José Afonso Jr, que o número 11 da Revista Ícone, editada pelo PPG em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, está disponível.


Participo da edição por meio do texto A reconfiguração do jornalismo na primeira década do século XXI.

A temática geral desta edição é Jornalismo no Início do Século XXI, conforme explica o editorial:

"A primeira década do século XXI pode ser compreendida, para o jornalismo, como o momento de passagem situado entre dois pontos da história da mídia. O primeiro, são os desdobramentos e rupturas proporcionados pela esteira do surgimento da internet os anos 1990. O segundo, é a consolidação da complexa realidade que envolve as redes e cultura digital em torno de processos, dispositivos, produtos e sistemas querenortearam a paisagem da mídia em torno de algumas noções. Além de digital, o mundo da informação é convergente, múltiplo, em tempo real, multimídia e com acesso móvel.

Web 2.0, Twitter, Blogs, P2P, Wikipedia, MySpace, Facebook, Youtube, Orkut, Iphone, Wi-Fi, jornalismo participativo... Nenhuma dessas expressões existia no dia 1º. de janeiro de 2000. Mais que termos com inspiração geek, essas palavras materializam uma modificação na relação das pessoas com o mundo e como se conformam as articulações do que se acessa, do que se produz.

Em todos esses neologismos acima há intersecções possíveis com o jornalismo. Não esqueçamos que o jornalismo, desde que se interpenetrou com a concepção das sociedades modernas, dialoga com o cenário tecnológico de modo constante, em busca
de simbioses que potencializem a sua dinâmica. A ocorrência desses fenômenos propõe, para o campo dos estudos de jornalismo, a superação dos modo de análise voltado para a idéia de "transição entre" modelos fundamentados em bases de sistemas midiáticos precedentes. Cabe pensar a cadeia da notícia em um cenário onde ela já é digital, como aliás o são a realidade e a cultura que está no entorno.

Nesta edição da Ícone, o Núcleo Temático dedicado aos estudos sobre jornalismo no início do século XXI, organizado por José Afonso Junior e Alfredo Vizeu traz contribuições de vários autores de diversas regiões do Brasil e do exterior. Em comum, no trabalho dos autores, pode ser percebido que as reflexões sobre o estágio atual do jornalismo são pensadas na tríade: perspectiva/ retrospectiva/ expectativa.

Se a primeira década do século foi capaz de reposicionar aspectos importantes vinculados ao jornalismo, certamente o caráter dialógico existente entre sociedade, informação e tecnologias exige avaliar os horizontes onde se assentam as práticas que norteiam o conjunto dos elementos da profissão. É, portanto, uma tarefa contínua.

Neste núcleo temático, a Ícone propõe esse mergulho: olhar o problema menos pelo lado dos seus efeitos e resultados, e mais pelos processos que orientam a mudança da paisagem jornalística.

Na seção dedicada a temas livres, a publicação percorre temas consagrados na área de Comunicação como a imagem, o cinema, a fotografia, e a própria epistemologia do campo, agregando novos enfoques e objetos. Alguns desses trabalhos foram apresentados no I Integracomuni, congresso promovido pelo PPGCOM-UFPE em novembro de 2009, que agregou diversos pesquisadores de programas de pós-graduação da região Nordeste.

Desta forma, o PPGCOM e a Ícone têm promovido o intercâmbio acadêmico e científico em torno da pesquisa em comunicação, consolidando-se como um dos mais sólidos PPGs a área na região Nordeste. Da mesma forma, a nossa revista encerra o ano de 2009 com a convicção de sua substantiva qualificação, representada pelo alto nível dos textos publicados.

Esperamos, dessa forma, contribuir para o debate acadêmico não somente em esfera nacional, mas sobretudo rumo à internacionalização da área, demanda crescente de todos nós".

Por aqui, todos os textos e seus autores.

Unisc abre 2010 com cinema

O gaúcho radicado no Rio de Janeiro Tarcisio Lara Puiati será o palestrante da aula inaugural do curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O evento acontece em dois momentos, na noite de 16 de março (terça-feira) e na manhã do dia 17 (quarta-feira), para os cinco cursos da área de Comunicação - Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas, Produção em Mídia Audiovisual e Fotografia. As palestras são abertas à comunidade e gratuitas. Na terça à noite, acontece no Anfiteatro, a partir das 19h, e na quarta, na sala 101 do campus de Santa Cruz do Sul, às 8h30min.

O palestrante irá tratar da criação no audiovisual. Puiati, que é jornalista de formação, vai enfocar a roteirização e direção de produções na área. Em seu currículo está a realização de curtas como “O poço”, “Disparos” e “Homem-bomba”, a a série “Mulher Procura”, do canal GNT, e o documentário “A bença” da série DOCTV, da TV Cultura. Recentemente seu curta “Garoto de Aluguel” ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival Mix Brasil, em São Paulo.

A promoção é do curso de Comunicação Social e mais informações podem ser obtidas pelo fone (51) 3717-7383.