Mostrando postagens com marcador Jornalistas assassinados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jornalistas assassinados. Mostrar todas as postagens

8 de abr. de 2010

Guerras burras, gestos idem

A imbecilidade humana não tem limites, em especial em situações de guerra.

Que o digam as imagens veiculadas abaixo, que retratam a morte do fotógrafo da Reuters Namir Noor-Eldeen, de 22 anos, e seu assistente e motorista, Saeed Chmagh, de 40.

Deles e de mais dez outras pessoas, diga-se.

Todos assassinados no Iraque, pelos norte-americanos.

O vídeo, reproduzindo a mira da metralhadora de um helicóptero em ação no dia 12 de julho de 2007, foi amplamente visto no mundo todo desde que foi colocado na Internet, na segunda-feira, pelo grupo WikiLeaks, especializado em divulgar casos de corrupção governamental e empresarial.

Veja a matérial do UOL por aqui.

2 de ago. de 2008

SBPJor 2008 recebe 217 inscrições

Recebo e-mail de Marcia Benetti, da diretoria da SBPJor, dando conta de que aumentaram substancialmente as inscrições ao congresso deste ano, a saber: foram inscritos 217 textos (sendo 149 propostas de Comunicações Individuais e 68 trabalhos distribuídos em 13 propostas de Comunicações Coordenadas).
Em 2006 foram submetidos 159 textos (113 foram selecionados), com 7 Coordenadas. Em 2007, recebemos 166 textos (114 foram selecionados), com 8 Coordenadas. É a pesquisa em jornalismo crescendo a olhos vistos.
O 6º Congresso da SBPJor se realiza, este ano, na Metodista de São Paulo, de 19 a 21 de novembro, em São Bernardo do Campo, São Paulo.

3 de jan. de 2008

Taxa de jornalistas assassinados cresce 244%

Segundo o site Comunique-se, a taxa de mortes de jornalistas cresceu 244% em cinco anos. A matérias: "A Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou na quarta-feira (02/01) o balanço da liberdade de imprensa no ano que terminou. A entidade registra a morte de 86 profissionais de mídia em 2007, a maior cifra desde 1994. O número torna-se mais gritante em uma análise dos últimos cinco anos: um crescimento de 244% de assassinatos de jornalistas no período.
Mais da metade (47) foi morta no Iraque. À exceção de um repórter russo, todos as vítimas são iraquianas. “Pelo menos 207 jornalistas foram mortos no Iraque desde 2003, ano da invasão norte-americana. São mais mortos que a Guerra do Vietnã e os conflitos na ex-Iugoslávia, Algéria e Ruanda”, informa a RSF. Muitos são alvos deliberados de atiradores de elite, e mortos por pertencerem a grupos religiosos rivais. Somália e Paquistão são os outros dois piores países para um jornalista trabalhar, com oito e seis mortos, respectivamente. Três dos mortos somalis eram figuras relevantes da mídia local. No Paquistão, os jornalistas são vítimas de ataques suicidas ou atingidos no fogo cruzado. O Brasil aparece na lista com uma morte, a de
Luiz Carlos Barbon Filho"
Prisões e julgamentosDos crimes contra jornalistas, cerca de 90% seguem sem punição. A RSF deu especial atenção ao fato de as autoridades de Burkina Faso abandonarem as investigações da morte de Norber Zogo tão logo ficou clara a suspeita do envolvimento da guarda presidencial, e a apatia da Gâmbia no inquérito sobre a morte do correspondente da entidade no país, em 2004, também com supostas ligações ao governo.
Dois julgamentos em 2008 são considerados “chave”: os suspeitos dos assassinatos de Anna Potitkovskaya, na Rússia, e de Hrant Dink, na Turquia.
No outro sentido, as autoridades são mais eficientes: 887 jornalistas foram presos em 2007 – uma média de dois por dia – a maioria no Paquistão (195), Cuba (55) e Irã (54). Seqüestro também se tornou um poderoso instrumento de coerção, com 67 profissionais de mídia seqüestrados. Na virada do ano, 14 jornalistas continuavam seqüestrados, todos eles no Iraque, e 135 estavam na cadeia, 33 deles na China e 24 em Cuba.
Repressão virtualChina, Burma e Síria são os países que mais se esforçam para transformar a web em uma intranet de informações controladas. Os chineses fecharam 2500 sites e blogs somente durante o congresso do Partido Comunista Chinês, e mantêm 50 pessoas presas. A Síria bloqueou acesso a cerca de 100 páginas, incluindo o Facebook e o Skype. Já Burma rastreou e-mails durante as revoltas dos monges budistas.
A RSF computou um número maior que o CPJ - 64 mortes, divulgados semana passada - por incluir mais países. A ONG ressalta que só contabilizou mortes ligadas ao exercício do jornalismo e, com as investigações correntes, o número pode crescer".

20 de nov. de 2007

106 jornalistas assassinados em 2007

Deu no Comunique-se: "Segundo relatório apresentado na segunda-feira (19/11) pela Associação Mundial de Jornais (WAN), 106 jornalistas foram assassinados no mundo desde o início de 2007. Quarenta e cinco deles morreram no Iraque, país considerado mais perigoso para o exercício do jornalismo. Os dados chegam perto dos 110 registrados no ano passado, considerados um recorde.
O levantamento feito pela WAN tem números registrados entre junho e novembro. Nesse período, 16 profissionais morreram no Iraque. Se considerarmos as mortes desde 2003, quando as tropas norte-americanas invadiram o país, o número chega a 150.
Para tentar mudar o quadro, jornalistas iraquianos fundaram o Grupo para a Segurança da Mídia Iraquiana (IMSG), iniciativa elogiada pela associação".
Ruim. Muito ruim.

15 de out. de 2007

Jornalista morre no Iraque

Esta é do site ZeroHora.com.br desta segunda-feira, a partir de matéria da Agência Estado. Transcrevo o lead: "O jornalista Saleh Saif Aldin, correspondente do jornal americano The Washington Post no Iraque, foi assassinado neste domingo, a sudoeste de Bagdá enquanto apurava uma matéria. O jornalista, de 32 anos, é o primeiro repórter do jornal morto no Iraque. Aldin fazia uma reportagem sobre a violência no bairro de Sadiyah quando uma bala atingiu sua cabeça. Segundo testemunhas, o repórter estava fotografando uma rua onde várias casas tinham sido incendiadas quando foi atingido". É ruim quando repórteres morrem. Em especial em situações tão estúpidas quanto uma guerra.

8 de out. de 2007

Esclarecida a morte da jornalista Anna Politkovskaya

Esta veio pela Folha Online, por meio da Efe:
"A polícia russa afirmou hoje que esclareceu o assassinato da jornalista Anna Politkovskaya, deteve seus assassinos e suspeita de quem teria encomendado o crime.
O assassinato foi descoberto e seus executores detidos. "A investigação sabe quem foi o assassino e suspeita de quem encomendou o homicídio", disse nesta segunda-feira o chefe da investigação, Petros Garibian, ao jornal "Novaya Gazeta", para o qual a jornalista trabalhava.
Ao mesmo tempo, admitiu que ainda precisa revelar toda a seqüência, do autor do crime e a seu executor, e preparar as provas irrefutáveis para o julgamento.
Garibian informou que já foram apresentadas acusações contra 11 suspeitos e detidos 10 deles. "Mas a lista não está completa. Ainda não apresentamos a acusação contra o assassino, apesar de já sabermos quem ele é", acrescentou.
Perguntado se os detidos são os executores e organizadores do crime, o chefe da equipe policial confirmou que foram capturados os executores e coordenadores do assassinato.
"Temos boas perspectivas e agora seguimos a pista dos intermediários e organizadores. Quanto a quem encomendou o assassinato de Politkovskaya, só direi que temos suposições bastante interessantes", disse.
Há um ano, no dia 7 outubro de 2006, Anna Politkovskaya, conhecida por suas denúncias das violações dos direitos humanos na Rússia, especialmente no Cáucaso, foi morta à queima-roupa na porta de sua casa".